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Em transferência mais recente, foram enviados 17 militares da Operação Acolhida para hospitais do Exército e da Força Aérea, na cidade de São Paulo. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Defesa.

Fabrício Araújo e Juliana Dama, G1 RR — Boa Vista
Cerca de 40 militares do Exército, que atuam na Operação Acolhida, foram transferidos de Roraima para outros estados, informou o Ministério da Defesa ao G1 nesta segunda-feira (8).
Conforme a Operação Acolhida, as transferências mais recentes ocorreram entre 19 e 23 de Janeiro, quando 17 militares foram enviados a hospitais do Exército e da Força Aérea, na cidade de São Paulo.
Em Roraima desde 2018, os militares da Acolhida são responsáveis por cuidar da imigração venezuelana e foram os primeiros a administrar o Hospital de Campanha montado durante a pandemia. Eles encerraram as atividades da unidade de saúde três meses após a abertura.
A pedido do G1, a Acolhida enviou nota à imprensa em que em que explica o motivo das transferências.
“O motivo da transferência foi permitir o tratamento adequado aos militares enfermos e, ainda, evitar ocupação de leitos de UTI de hospitais da cidade de Boa Vista”, diz trecho da nota.
Entre 19 e 23 de janeiro, a taxa de ocupação dos leitos de UTI variava de 98% à 100% e o secretário de Saúde, Marcelo Lopes, já havia afirmado que o estado enfrentava frase grave da pandemia.
O Ministério da Defesa foi responsável pelos pedidos de transferência. No entanto, não informou quando e para qual destino foram encaminhados os outros 23 pacientes.
A Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável pelo transporte dos pacientes. No entanto não detalhou informações sobre as datas das viagens e nem quais os destinos.
Além de Roraima, a FAB informou que também foram transferidas outras 549 pessoas do Amazonas e de Rondônia para 19 estados do país.
Procurado, o governo estadual informou que ainda não foi necessário transportar civis infectados pelo coronavírus para serem tratados em outros estados.
Roraima chegou a 76.043 infectados pelo coronavírus nesta segunda. As mortes em razão da doença já somam 896.
G1/montedo.com

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