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Além do tráfico de entorpecentes para a Europa, grupo é suspeito de lavagem de dinheiro

MIRELLE PINHEIRO
Os militares da Força Aérea Brasileira (FAB) investigados pela Polícia Federal por integrarem associação criminosa que usa aeronaves do governo para enviar drogas para a Europa possuem ligação com Michele Tocci, conhecido como o Barão do Ecstasy. Todos foram alvo da Operação Quinta Coluna, deflagrada nesta terça-feira (2/2). Além do tráfico, o grupo é suspeito de lavagem de dinheiro.
Filho de um ex-diplomata italiano, Tocci é suspeito de liderar uma quadrilha internacional de traficantes, que levava cocaína para Amsterdã, na Holanda, e trazia ecstasy, haxixe e skank para Brasília. A casa dele, avaliada em R$ 4 milhões, localizada no Lago Sul, foi alvo de busca e apreensão. Em um dos cômodos, os policiais encontraram porções de maconha. O suspeito estava na casa durante a interdição do imóvel. Foi ele quem recebeu os agentes.
A operação também abrangeu pessoas ligadas a Tocci, entre elas, Augusto Cesar de Almeida Lawall, que já foi escopo de outro inquérito da PF, com relação ao tráfico de drogas.
METRÓPOLES/montedo.com

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