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Paulo Ricardo da Rocha Paiva*
Em verdade, o chefe da nação tem enveredado, infelizmente, por caminhos tortuosos de perdição, plenos de repetitivos “flashs” inconcebíveis que são estampados e aturados em sequência bizarra, despinguelados e de muito difícil revertério. Que não se duvide, como comandante-em-chefe das FFAA: o aluguel da soberania brasileira em Alcântara/MA; a omissão no trato das vulnerabilidades atinentes à Defesa Nacional; a falta de providências quanto aos recursos bélicos definitivos para que o País possa “dissuadir ao invés de lutar”; a não denúncia dos tratados que “nos impedem dissuadir ao invés de lutar”. Todas estas realidades gritantes estão a questionar como se vai reagir e providenciar para fazer frente a “Conselho Militar Internacional”, aquele elegeu o Brasil como seu alvo prioritário em face dos desmandos preservação do meio ambiente?

Sua pose de “paladino da moralidade com a coisa pública”, por sua vez, também está comprometida por fatos injustificáveis gritantes: lobby para nomeação de “rebento” não capacitado ao exercício de função diplomática, para o segundo cargo de maior relevância para graduados no Instituto Rio Branco, instituição que admite apenas os de nível universitário aprovados em bateria de exames que dura de “5 a 6″‘ meses; vista grossa e manobras solertes em favor sua “prole”, mais do que suspeita na apuração de negociatas envolvendo “rachadinhas”; alinhamento automático com “CENTROLÃO” do “toma lá’ dá cá, coveiro da Operação Lavajato, uma decepção total.

Na esfera diplomática, um verdadeiro descalabro: alardeia mudança de embaixada, uma macaquice na esteira de apoio a Donald Trump, mas que ficou em “banho maria” e desagradou de igual modo palestinos e israelenses; imbróglio com a RPC, forçando o vice-presidente a viajar para a China e acertar o mal feito de uma declaração estapafúrdia, de graça, apenas para “dar uma de bacana” e agradar ao novo inquilino “yankee” na (ainda nossa?!) Amazônia Legal; cabresto militar automático do País como aliado preferencial extra OTAN de “Tio Sam”, outra insensatez de quem persiste ignorar a desonrosa atitude, em plena Guerra das Malvinas, abandonando país irmão latino americano e ignorando o “TIAR” em favor de potência imperialista de língua inglesa.

Na rolagem da pinguela, sua liderança junto à assessoria militar, da qual fez questão de se valer em sua governança, está em franco processo de deterioração, fruto: do seu cego fanatismo por “bruxo ideólogo”, desavergonhado apologista da submissão aos EUA; da ciumeira agressiva e insultuosa de suas malcriadas crias direcionada aos oficiais-generais que o assessoram, posto que os pretere sempre quando se trata da prole encrenqueira ou do seu guru e conselheiro de cabeceira, o bruxo Olavo de Carvalho.

Sua popularidade volta e meia sofrendo desgaste em face da proferição de atitudes sem pé nem cabeça, tais como: impropérios e grosserias gratuitas; ameaças públicas a ministros, sem ou com farda; demissões que, ao invés de rotineiras, ganharam foros de “bota fora” sofridos, indigestos, sem nenhum cuidado com a dignidade/cerimônia de cargo que exige, no mínimo, jogo de cintura capaz de impressionar pelo exercício sereno da autoridade, na justa medida que se espera de um chefe de poder executivo

Na rolagem da pinguela, o ‘pouco caso” do presidente, sem nenhum comentário de desagravo em favor do GSI, como só em ser em situações semelhantes, com relação ao imbróglio criado por entorpecente descoberto no FORÇA AÉREA 1, instigado pelo filhote chamado de NÚMERO 2, que é apoiado posteriormente pelo mano Eduardo, aliás um “AHUE, por coincidência, contra o próprio GSI que, sem responder ao seu detrator (?), é defendido por outro general em nome da camaradagem tradicional que une “irmão em armas”.

Mas, o festival de sandices não cessa: ilações descabidas sobre “trabalho infantil”; quem disser que no Brasil se passa fome está mentindo; daqueles governadores de paraíba, o pior é o do Maranhão; chama injusta e idiotamente, de “melancia”, ao general que se tornou o paladino inconteste na defesa dos militares quando da famigerada Comissão da “Inverdade”; convida ex-vice presidente dos EUA para exploração conjunta da Amazônia; ofende os maranhenses; humilha oficiais-generais, cuspindo no preto verde-oliva que comeu; procrastina, politizando, vacinas em desenvolvimento; banaliza mortes de brasileiros; canta vitória em cima de falecido e, como se não bastasse, ainda dá uma de fraco e abusado, ameaçando com pólvora os EUA.

Que Deus nos acuda! Quanta tolice! Aos seus algozes da GLOBOLIXO é sempre oferecido um banquete para a oposição sentar o porrete! Quanta gente indignada com o engodo de moralidade que, espalhafatosamente, seu candidato, vencedor nas últimas eleições para a mais alta magistratura do País, pregava para meio mundo em sua campanha, moralidade que foi inapelável e lamentavelmente lançada no espaço sideral, decepcionando muita gente boa, crédula e desesperadamente esperançosa. Que não se duvide, a continuar a sequência de desatinos, sua candidatura precoce à reeleição vai para o brejo em muito pouco tempo.
*Coronel de Infantaria e Estado-Maior

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