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Após deixar a presidência, Ernesto Geisel soube que sua própria segurança estivera envolvida em conspiração para matá-lo. O general que extinguiu o AI-5 reagiu com bom humor, assim como o general Golbery do Couto e Silva. O então chefe da Casa Civil contou a Elio Gaspari, em “A Ditadura Encurralada” (Cia das Letras, SP, 525 pp), porque jamais confiou no chefe da segurança de Geisel, tenente-coronel Germano Arnoldi Pedrozo: “…ele, depois de um dia de trabalho, ia para casa e ficava meia hora plantando bananeira, numa posição de ioga. Eu não confio em gente que faz essas coisas.”
Poder sem Pudor(DIÁRIO DO PODER)/montedo.com

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