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Ideia é ampliar o mercado de defesa americano para o Brasil

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro vai enviar nesta sexta-feira ao Congresso brasileiro o Acordo de Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação (RDT&E), assinado com os Estados Unidos, em março deste ano. O documento representa a etapa seguinte à designação do Brasil como aliado preferencial extra-Otan, o que foi feito pelo governo de Donald Trump em 2019, e precisa ser aprovado pelos parlamentares. A ideia é ampliar o mercado de defesa americano para maior cooperação com o Brasil.
“Ao facilitar o financiamento de pesquisa e desenvolvimento no campo militar, o RDT&E contribuirá para o estabelecimento de um novo patamar de relacionamento entre as Forças Armadas dos dois países”, afirma, em nota, a Secretaria Geral da Presidência.
A partir do RDT&E, Brasil e EUA desenvolverão projetos conjuntos na área de defesa. Os acordos decorrentes desses projetos devem seguir as regras estabelecidas no documento.
O intuito do acordo é ampliar a participação da indústria brasileira de defesa privada e pública no mercado americano. A partir do ato, o Brasil poderá ter acesso a um fundo do governo americano de quase U$ 100 bilhões.
O acordo foi assinado pelo ministro da Defesa brasileiro, Fernando Azevedo e Silva, e o Departamento de Defesa dos EUA durante a visita do presidente Jair Bolsonaro à sede do Comando Sul dos Estados Unidos, em março deste ano. Na ocasião, o presidente se reuniu com o chefe do Comando, o almirante da Marinha dos EUA Craig Faller.
O Globo/montedo.com

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