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Depois de sepultar seu filho mais velho, o soldado Pedro Lucas Ferreira Chaves, 19, que morreu durante treinamento de paraquedistas na véspera, a dona de casa Alynne Soares, 36, conversou com o UOL por telefone. “Meu filho estava cheio de vida, alegre, feliz de ter conseguido entrar na Brigada. Era o sonho dele, e agora só sobrou a dor”, disse.
Ela falou sobre a presença, no velório, do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que esteve no Rio para homenagear o soldado. “Recebi com muito carinho a presença do Bolsonaro no velório do meu filho. O Bolsonaro se emocionou durante as homenagens. Mas eu entreguei o meu filho vivo, para realizar o sonho dele de ser paraquedista. E eles me devolveram meu filho morto. Vou ter que conviver com essa dor o resto da vida. Não é justo.”
Ainda segundo Alynne, o presidente tentou consolá-la. “Ele disse que sentia muito e, enquanto eu chorava, pediu que eu orasse para que o espírito do meu filho estivesse num bom lugar. Mas é muito difícil.” Leia mais.
UOL/montedo.com

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