Barco clandestino colide contra embarcação da PF no Rio Paraná. Um militar do Exército está desaparecido

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Barco clandestino colide contra embarcação da PF no Rio Paraná
Um militar desapareceu nas águas do Rio…

Um militar da 15ª Companhia de Infantaria Motorizada está desperecido no Rio Paraná, em Guaíra. Na noite de domingo (10), durante as Operações Covid-19 e Hórus uma embarcação clandestina carregada de ilícitos colidiu em alta velocidade com uma embarcação da Polícia. Três militares do Exército Brasileiro foram atingidos, mas dois foram socorridos e estão fora de perigo.

Confira a nota enviada pelo Comando da 15ª Companhia de Infantaria Motorizada:
Nota à Imprensa
GUAÍRA (PR): O Comando da 15ª Companhia de Infantaria Motorizada informa que por volta das 23:00 horas do dia 10 de maio de 2020, no contexto das Operações COVID-19 e HÓRUS, por ocasião do patrulhamento da margem leste do Rio Paraná, uma embarcação clandestina carregada de ilícitos colidiu em alta velocidade com uma embarcação da Polícia Federal que atuava em prol das mencionadas operações, atingindo 3 (três) militares do Exército Brasileiro. Ato contínuo, a embarcação clandestina se evadiu do local.
Nesse contexto, 2 (dois) militares do Exército foram socorridos e levados à Unidade de Pronto Atendimento de GUAÍRA-PR, onde foram atendidos, encontrando-se fora de perigo. Contudo, 1 (um) militar do Exército encontra-se desaparecido até o momento.
O Comando da 15ª companhia de Infantaria Motorizada informa que estão sendo empregadas 12 (doze) embarcações, dentre as quais 2 (duas) GUARDIAN 25 do Exército Brasileiro, além de embarcações da Marinha do Brasil, Polícia Federal, Batalhão Polícia de Fronteira, Corpo de Bombeiros e demais Órgãos de Segurança Pública, na busca e salvamento do militar desaparecido.
Será instaurado Inquérito Policial Militar pelo Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, a fim de apurar o fato ocorrido. Mais esclarecimentos poderão ser prestados pela Seção de Comunicação Social da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, por meio dos e-mails: infantariamecanizada@gmail.com, 15bdainfmec@gmail.com.
O texto é do Costa Oeste News.
CGN/montedo.com

Respostas de 4

    1. Topo comentário de of…. O narcotráfico tomando conta das fronteiras, já morreram no mínimo dois sd do exército nesse mês combatendo ilícitos e o indivíduo vem perguntar de colete? Típico comentário de quem nunca participou de uma operação. Se participou ficou no cop procurando furo da tropa pra se aparecer.

      1. Infelizmente o amigo está coberto de razão. Hoje nossas fileiras estão recheadas de doentes mentais e alienados que jamais encontrariam colocação profissional fora da instituição. São vagabundos (o termo lamentavelmente é este mesmo) criados a leite morno de burra, no colo da mamãe dengosa e à sombra do papai bermudão, até quase os dezoito anos e de onde, por ocasião de oportunidades favoráveis advindas de uma vida confortável e recheada de recursos, obtiveram sucesso em entrar na instituição. Uma vez dentro, são arrastados como carneiros pelo turbilhão diário. Também são favorecidos por anos de ideário e governos petistas que criaram uma legião infindável de imbecis lunáticos com sentimentos de autopiedade e compaixão por si mesmos. Apenas confirmam a velha máxima de Nietzsche de que os fracos reuniram-se em grupos para se defenderem entre si e comandar o mundo em detrimento dos fortes. São civis fardados e com trejeitos afeminados que se acham grandes reis e faraós de sangue azul. E o pior de tudo… pensam que são realmente militares. Agem a despeito de regulamentos, regras e leis, principalmente se for em defesa de seus afetos pessoais, machos pelos quais destilam as mais ardentes paixões e sentimentos homoafetivos. Nem ao menos se incomodam em esconder. São majestáticos em suas ordens, sentem asco por pais de família e héteros da velha guarda. Triste, cômico e trágico ao mesmo tempo. Dia desses fui interpelado por uma criatura destas, já major, em meu quartel. Estávamos eu e um lobinho. Eu, no caso, primeirão antigo, vinte e tantos anos de serviço, mais de uma missão no exterior, diversos cursos de especialização, tanto no EB quanto em empresas internacionais da área bélica, três idiomas, curso superior e por aí vai. Perguntou-nos quem era o mais antigo. Expliquei-lhe então, educadamente e sorrindo face a sua magnificência e para não magoar quaisquer sentimentos, que a antiguidade das praças ia em ordem decrescente do subtenente ao soldado. Ao que prontamente me pagou a digníssima missão de substituir o Cabo, seu auxiliar, na instrução dos recrutas no CFC, pois precisava de um militar um pouco mais antigo na missão dado ao alto nível do Cabo. O lobinho, coitado, por ser moderno se ferrou… foi escalado para auxiliar no cri-cri. É mole ou quer mais?

  1. Sucesso nas buscas do militar desaparecido durante essa operação real de risco elevado.
    Tive a oportunidade de patrulhar por 5 jornadas esse rio em minha passagem por aquela OM

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