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Em 1992, o então deputado Jair Bolsonaro foi para o portão da Academia Militar das Agulhas Negras no dia da cerimônia de entrega dos espadins aos cadetes, distribuir panfletos aos convidados.
A saia-justa foi contornada quando o comando mandou o major Luiz Eduardo Ramos negociar com Bolsonaro para que se distanciasse do portão.
Ramos, que hoje é ministro do capitão, rememorou o episódio para a repórter Maria Cristina Fernandes, da Folha:
“Estava em uniforme de gala, mas subi na moto e fui encontrá-lo. ‘P… Jair, aqui não dá’. (…) Jair, me ajuda, eu recebi uma ordem. (…) Aí consegui que ele continuasse a distribuir os panfletos só que em outro lugar que não ficava no caminho das autoridades. Todo mundo feliz e não deu mais problema.”
Com informações da Folha De São Paulo

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