Exército deverá fornecer ajuda com segurança e também com profissionais médicos em hospitais de campanha
O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, assinou medida criando a Operação Covid-19, emprego das Forças Armadas em todo o País, no auxílio aos Estados e municípios no combate ao coronavírus. Nesse caso, não se trata do emprego de Forças Armadas em Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como normalmente ocorre. Trata-se de uma operação “de apoio às ações dos órgãos de saúde e de segurança pública”.
Pela medida, que é uma “diretriz ministerial”, os dez comandos conjuntos das três forças criados no País vão oferecer aos governos municipais e estaduais ajuda com médicos e militares para ajudar na segurança. Os militares auxiliarão também nas fronteiras.
No caso de saúde pública, como as Forças Armadas dispõem de pessoal qualificado, elas colocarão à disposição médicos e enfermeiros, que poderão realizar triagem em uma espécie de hospital de campanha, por exemplo, ou em barracas que poderão ser montadas, à medida que houver agravamento da crise.
Os pacientes receberiam um primeiro atendimento nestes locais mais improvisados e seriam, em seguida, distribuídos para a rede de saúde local. Como as Forças Armadas só dispõem de cinco hospitais de campanha efetivamente montados, por isso está se discutindo a possibilidade de utilização de barracas e contêiner para atendimento, tão logo seja necessário.
CORREIO DO POVO/montedo.com
Leia a Diretriz da Defesa
Orientação_Nr_01__PANDEMIA_de_CORONAVÍRUS
Respostas de 14
Bom Dia, antes desta medida seria esta:
Onde estão os políticos que não cortam na própria carne…
PAULO ALCEU
19/03/2020 ÀS 12H57
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Que tal direcionar o milionário fundo eleitoral para o combate ao coronavírus? Como também o fundo partidário que beira o absurdo. Ajudaria muito na compra de equipamentos e aumento de leitos…e volto a reforçar a redução pela metade do salário dos marajás do serviço público , sem reduzir a jornada de trabalho que já é pequena e carregada de privilégios.
Preocupar-se com os políticos agora, seria um recurso imprudente, não acha? Vamos caminhar com o que temos, com aqueles nunca se ometiram quando chamados e sempre são mal vistos pela sociedade civil que mais os precisa. Decisão ótima, que esta força venha somar, ñ dividir.
Pois deve ser justamente nesse momento de crise que devemos pressionar os políticos para liberarem a verba do Fundo Eleitoral.
Pois agora o mundo inteiro está focado no combate à esse vírus.
concordo com vc, amigo. mas sabemos que o fundo eleitoral e partidario são a sobrevivencia deles e jamais abrirão mão. infelizmente.
Pressão do povo acaba com essa indecência.
luiz marcos de lima dias:
comentário de 20/03/2020 – 08:18 –
– parei no ometiram.
Eu quero saber é se o 13º vem p/ o próximo mês.Estou no aguardo
Vírus foi para o cérebro ao invés do pumao
Uma das medidas que deveriam serem adotadas e utilizarem as enfermeiras das organizações militares para atendimento médico da população em geral.
Acreditando-se que não haverão casos nem demanda de atendimento para os militares, que inclusive, não estão de quarentena.
Agora querem trazer os cubanos de volta…só bravatas deste desgoverno. Incompetência, arrogância e prepotência.
Além de subserviência.
É hora de cortar na própria carne. O salário dos militares deve ser cortado em 50% também, assim como de políticos.
Nessa situação que estamos enfrentando, POLÍTICO É LIXO, vamos em frente.
Esquecendo um pouco o corona, vou expor outro ponto de vista da nossa reestruturacao
O adc disp e o aumento do adc hab compensam financeiramente o aumento de intertício para promoção ?
Creio que ao deixarmos de ser promovidos (atraso) , na verdade, em um primeiro momento, estaremos em prejuízo.
Exemplo:
Em dez19 o bruto de um 1* Sgt, era de R$7.456,88, ou seja, se nada mudasse, a turma de 2005 em dez 2021 estaria sendo promovida e recebendo esse bruto. No entanto, vão ficar mais um ano de 2* Sgt e em Nov2022 (mês anterior à promoçao se o intertício aumentar em um ano) o bruto será de R$ 7.298,10.
Voltemos ao covid !