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Jair Bolsonaro decretou uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para enviar as Forças Armadas ao Ceará. O pedido foi feito pelo governador Camilo Santana (PT) e discutido mais cedo pelo presidente com Fernando Azevedo (Defesa) e Augusto Heleno (GSI).
Os militares começam a reforçar a segurança hoje e atuarão no estado até o dia 28. Segundo a Defesa, a GLO só é aplicada em casos de exceção, quando todos os instrumentos de segurança disponíveis já tiverem sido acionados.
A medida é uma resposta à crise na segurança intensificada ontem, depois que o senador Cid Gomes foi baleado ao tentar avançar com uma retroescavadeira sobre policiais grevistas.
Após assinar o decreto, Bolsonaro defendeu que o Congresso aprove o excludente de ilicitude para que militares não sejam responsabilizados criminalmente por suas ações durante a GLO.
“Vou deixar bem claro uma coisa: a gente precisa do Parlamento para que seja aprovado o excludente de ilicitude. A minha consciência fica pesada neste momento, porque tem muito jovem de 21 anos de idade que está na missão. Uma missão que se aproxima de uma guerra. E depois, caso venha qualquer problema, pode ser julgado por lei de paz (…). É irresponsabilidade nós continuarmos fazendo essa operação sem dar a devida garantia a esses integrantes das Forças Armadas.”
O Antagonista/montedo.com

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