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Sobre a postagem “Entidades propõem alterações na lei de reestruturação da carreira militar”, algumas considerações são obrigatórias.
Os autointitulados “representantes” dos graduados continuam disseminando a ideia de que todos os praças estão sendo prejudicados pela Lei 13.954/2019. É mentira!
Qualquer cabo-recruta sabe que as novas regras são benéficas aos praças da ativa, oriundos das Escolas de Formação das Forças Armadas. Trata-se de uma reestruturação inédita, que visa valorizar o mérito individual, premiando o esforço que cada militar fizer pra qualificar-se durante a carreira.
No mesmo diapasão, se insere a afirmação marota sobre o Adicional de Habilitação, de que “esse dispositivo trará mais benefícios aos ocupantes de postos que vão de aspirante a oficial a general, […]que têm acesso a um número maior de cursos do que os graduados”. Pura balela!
Os cursos ofertados para as carreiras de oficiais e graduados são, em sua maioria equivalentes: formação, especialização, aperfeiçoamento e altos estudos, entre outros. Os percentuais são os mesmos. Aplicados sobres os soldos, geram uma justa diferença remuneratória.
Pelo visto, os “representantes” insistem no absurdo de equiparar CFC com ECEME. E o mérito? Ora, o mérito que vá para as cucuias!
Vejo a formação desta comissão como a oportunidade de corrigir distorções – Sim, elas existem! – mas não será com argumentos enganosos que as associações atingirão seu objetivo.
Por essas falácias e pela falta de propostas claras, objetivas e factíveis, aliadas a uma assombrosa inabilidade política, viraram joguete nas mãos de raposas felpudas no Congresso. Parece que não aprenderam a lição. Vida que segue.

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