Exército poderá ser usado em intervenção federal na maior reserva indígena do RS

Segundo informa Humberto Trezzi, de Zero Hora, o coordenador da Funai no RS, coronel Aécio Galiza, solicitou nesta segunda (21) ao Ministério da Justiça que decrete intervenção federal na Reserva Indígena de Guarita, a maior do estado, localizada no noroeste gaúcho, próxima a fronteira com a Argentina.
Caso Sérgio Moro autorize, a ação poderá ser realizada pelo Exército, Força Nacional ou Polícia Federal.
O conflito opõe dois grupos caingangues e culminou com atentado a tiros de fuzil contra o cacique da reserva da Guarita, no fim de semana. A origem do desentendimento esta na nomeação para cargos em escolas e postos de saúde.A disputa resultou em seis atentados a tiros em duas semanas, além de duas casas incendiadas.
Pedi isso antes que aconteça uma chacina, uma tragédia. Os líderes dos dois grupos sentaram para negociar há duas semanas, foram firmados acertos, mas os acordos foram rompidos — justificou o coronel.
Com informações de Gaúcha ZH

Respostas de 13

  1. O único problema é que não basta ter boa intenção de resolver o conflito, a questão é dar segurança jurídica aos militares e agentes de segurança, não no sentido de cometerem excesso, mas existe o risco de confronto e aí começa a dor de cabeça. Se morrer um militar tem a notícia básica da imprensa, mas se for alguém do outro lado, se prepara para a pressão da imprensa, ONGs, etc.

  2. Não foi o cacique Raoni que pediu que o presidente deixasse os índios em paz? Ta ai a oportunidade de satisfazer o velho índio. Deixe que se entendam e depois vai recolher os corpos.

  3. Tem que mudar leis a cerca das Forças Armadas, de forma que elas tenham autonomia interna isto é, dentro do território nacional, de forma tal que elas possam tomar iniciativas de fazer o que se fizer necessário sem a imposição de quem quer que seja. E sem punição para os que tomarem as decisões, mesmo que tenha que haver morte para se restabelecer a ordem no País.

      1. Se você é um oficial, eu entendo o seu conformismo. Trabalha pouquíssimo e ganha bem para produzir nada. Mas se é praça, mostra que alguma coisa os oficias estão fazendo, hipnotismo.

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