Engraçado… Antes, praticamente todos concordavam que a Amazônia era cobiçada pelos estrangeiros, principalmente os EUA… Agora, os franceses são bonzinhos e querem nos ajudar? Sei…
Engraçado é que em meus quase 8 anos de Missões reais por toda a Amazônia Ocidental (São Gabriel da Cachoeira, Vila Bitencourt, Yauaretê, Auaris, Vila Pacaraima, Cruzeiro do Sul, Tefé, Alvarães, LImoeiro, Oiapoque, Brasiléia, etc,etc,etc) nunca encontrei um “Missionário” Norte Americano, mas todos sem exceção eram Europeus (Franceses, Alemães, Holandeses, Noruegueses, etc, etc, etc).
A Amazônia já foi invadida e dominada por interesses internacionais a muito tempo, sei disso desde os anos 90, quando a AvEx começou a operar naquela parte do Brasil.
As únicas e poucas instituições federais presentes naquela região, são os militares e em número sempre insuficiente. Existem mais bases e efetivos das 3 FFAA na Cidade do Rio de Janeiro, do que na Amazônia toda, que abrange 52% do Território Nacional.
O Brasileiro se interessa tanto pela Amazônia, que nem sabe qual a origem do Termo “Yanomami”, que muitos vendem como uma etnia indígena, mas que na prática nunca foi categorizada ou estudada por nenhum Antropólogo, até porque todas as tribos que pertencem a essa nação “Yanomami”, sequer falam a mesma língua ou tem os mesmos costumes.
O termo Yanomami foi cunhado por uma simples fotógrafa, conforme narra Carlos Alberto Lima Menna Barreto, em seu livro:
“O termo ianomami é genérico e foi o encontrado por uma fotógrafa romena de nome Claudia Andujar, para chamar um grupo indígena por ela contactado próximo da fronteira do Brasil com a Venezuela. Estávamos no ano de 1973. Em 1992 foi demarcada e homologada a chamada Terra Indígena (TI) Ianomami.”
“O caminho do inferno é ladrilhado de boas intenções”. A Amazônia é nossa! E ponto. Quem não defende essa máxima está dando margem para perdermos um tesouro inestimável. Vamos nos informar pessoal…
Se os generais não tivessem sido tão omissos, frente ao sucateamento das forças armadas, após o período militar…o francês não estaria falando estas coisas! As forças armadas demandam investimentos urgentes! Ou acabaremos invadidos! Mas com estes políticos…o quadro é sombrio…
Se quer internacionalizar a amazônia, então, já podemos mandar o MST para a Guiana Francesa, onde há muitos garimpos ilegais e terras disponíveis. Será que ele aceita? Também seria uma opção para os venezuelanos. O governo Bolsonaro cortou a distribuição do dinheiro internacional aos “amigos dos amigos do meu pai”, alimentando as ONGs que interessavam, mas agora o “leitinho” da teta acabou. Sem dinheiro e com a fiscalização em cima, não sobrevivem, por isso o desespero.
Só para acrescentar: podemos explorar a maior jazida de petróleo do mundo, da Venezuela, e seus garimpos? E os seis mil quilômetros do novo aquífero descoberto na amazônia?
Devemos aproveitar essa “deixa” do presidente francês e reforçar a presença e fiscalização das Forças armadas e da PF na região. Entra muitos estrangeiros como turistas, estudiosos, religiosos e linguísticos, mas na verdade, são doutrinadores dos índios, engenheiros, geólogos, etc, etc. Há lugares que os índios, bem vestidos, só falam inglês e a língua deles e não gostam de brasileiros, principalmente militares. A FUNAI e seus órgãos anexos ficam só olhando?
Aham…FFAA e PF podem contra a Europa, quiçá contra o mundo…
Fiscalização? Não temos nem comida para nossos soldados, e olha que somos o maior produtor de grãos e carne do mundo.
Cobrar é fácil. Dar os meios é difícil.
Altamira tem 1 agente do IBAMA, apenas 1, em uma área de 159 533,328 km².
Vai fiscalizar o que?
TRUMP não foi na rodada de ontem, deixando o protagonismo com o Francês.
Todos eles querem a amazônia. Todos.
A Amazônia nos pertence. Apenas da boca para fora.
O interesse está no solo. não na floresta.
E as ONGs sabem muito bem disso (muitas delas vieram do país amigo de TRUMP).
Boa oportunidade de enviar alguns Subtenentes para a região amazônica. Alguns estão na mesma Guarnição desde que sairam da Escola. Tem OM que tem mais de 10 para 2 vagas. Sem contar os PNR eternamente ocupados, sem oferecer oportunidade aos demais.
Nosso presidente não é homem para ir no debate eleitoral, imagina então uma guerra. Nosso presidente não é homem suficiente para ajudar quem o elegeu, imagina então no campo de batalha…
Não será preciso, os “Guerra na Selva”, no combate em defesa da Amazônia, não precisam de ajuda ou de apoio logístico, pois são “auto suficientes” e extremamente motivados.
Em caso de invasão por potências militares, como EUA, França, Inglaterra, etc, etc, eles se embrenharão na selva e prepararão armadilhas e armas primitivas, como arcos e flechas e expulsarão qualquer invasor estrangeiro com força militar superior.
Isso se chama guerra de guerrilha, já foi usada no Vietnã e Afeganistão, e os americanos, que já perderam nesse tipo de combate anteriormente, como não aprenderam nada antes, serão novamente vencidos e humilhados.
Como os Americanos destruirão toda a estrutura militar logística e Bases Aéreas Brasileiras na região Amazônica, serão vencidos quando forem atras das forças Brasileiras embrenhadas na selva que montarão emboscadas.
Essa é a Doutrina de defesa da Amazônia, usar a experiência de “derrota americana” no Vietnã…A questão é se os americanos irão atrás dos Guerreiros de Selva, ou esperarão eles se entregar, com fome, doentes e maltrapilhos…
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Engraçado… Antes, praticamente todos concordavam que a Amazônia era cobiçada pelos estrangeiros, principalmente os EUA… Agora, os franceses são bonzinhos e querem nos ajudar? Sei…
Engraçado é que em meus quase 8 anos de Missões reais por toda a Amazônia Ocidental (São Gabriel da Cachoeira, Vila Bitencourt, Yauaretê, Auaris, Vila Pacaraima, Cruzeiro do Sul, Tefé, Alvarães, LImoeiro, Oiapoque, Brasiléia, etc,etc,etc) nunca encontrei um “Missionário” Norte Americano, mas todos sem exceção eram Europeus (Franceses, Alemães, Holandeses, Noruegueses, etc, etc, etc).
A Amazônia já foi invadida e dominada por interesses internacionais a muito tempo, sei disso desde os anos 90, quando a AvEx começou a operar naquela parte do Brasil.
As únicas e poucas instituições federais presentes naquela região, são os militares e em número sempre insuficiente. Existem mais bases e efetivos das 3 FFAA na Cidade do Rio de Janeiro, do que na Amazônia toda, que abrange 52% do Território Nacional.
O Brasileiro se interessa tanto pela Amazônia, que nem sabe qual a origem do Termo “Yanomami”, que muitos vendem como uma etnia indígena, mas que na prática nunca foi categorizada ou estudada por nenhum Antropólogo, até porque todas as tribos que pertencem a essa nação “Yanomami”, sequer falam a mesma língua ou tem os mesmos costumes.
O termo Yanomami foi cunhado por uma simples fotógrafa, conforme narra Carlos Alberto Lima Menna Barreto, em seu livro:
“O termo ianomami é genérico e foi o encontrado por uma fotógrafa romena de nome Claudia Andujar, para chamar um grupo indígena por ela contactado próximo da fronteira do Brasil com a Venezuela. Estávamos no ano de 1973. Em 1992 foi demarcada e homologada a chamada Terra Indígena (TI) Ianomami.”
“O caminho do inferno é ladrilhado de boas intenções”. A Amazônia é nossa! E ponto. Quem não defende essa máxima está dando margem para perdermos um tesouro inestimável. Vamos nos informar pessoal…
Se os generais não tivessem sido tão omissos, frente ao sucateamento das forças armadas, após o período militar…o francês não estaria falando estas coisas! As forças armadas demandam investimentos urgentes! Ou acabaremos invadidos! Mas com estes políticos…o quadro é sombrio…
Se quer internacionalizar a amazônia, então, já podemos mandar o MST para a Guiana Francesa, onde há muitos garimpos ilegais e terras disponíveis. Será que ele aceita? Também seria uma opção para os venezuelanos. O governo Bolsonaro cortou a distribuição do dinheiro internacional aos “amigos dos amigos do meu pai”, alimentando as ONGs que interessavam, mas agora o “leitinho” da teta acabou. Sem dinheiro e com a fiscalização em cima, não sobrevivem, por isso o desespero.
Só para acrescentar: podemos explorar a maior jazida de petróleo do mundo, da Venezuela, e seus garimpos? E os seis mil quilômetros do novo aquífero descoberto na amazônia?
Devemos aproveitar essa “deixa” do presidente francês e reforçar a presença e fiscalização das Forças armadas e da PF na região. Entra muitos estrangeiros como turistas, estudiosos, religiosos e linguísticos, mas na verdade, são doutrinadores dos índios, engenheiros, geólogos, etc, etc. Há lugares que os índios, bem vestidos, só falam inglês e a língua deles e não gostam de brasileiros, principalmente militares. A FUNAI e seus órgãos anexos ficam só olhando?
Aham…FFAA e PF podem contra a Europa, quiçá contra o mundo…
Fiscalização? Não temos nem comida para nossos soldados, e olha que somos o maior produtor de grãos e carne do mundo.
Cobrar é fácil. Dar os meios é difícil.
Altamira tem 1 agente do IBAMA, apenas 1, em uma área de 159 533,328 km².
Vai fiscalizar o que?
TRUMP não foi na rodada de ontem, deixando o protagonismo com o Francês.
Todos eles querem a amazônia. Todos.
A Amazônia nos pertence. Apenas da boca para fora.
O interesse está no solo. não na floresta.
E as ONGs sabem muito bem disso (muitas delas vieram do país amigo de TRUMP).
Boa oportunidade de enviar alguns Subtenentes para a região amazônica. Alguns estão na mesma Guarnição desde que sairam da Escola. Tem OM que tem mais de 10 para 2 vagas. Sem contar os PNR eternamente ocupados, sem oferecer oportunidade aos demais.
Já que querem ajudar,vamos mandar esse povo para o nordeste
Nosso presidente não é homem para ir no debate eleitoral, imagina então uma guerra. Nosso presidente não é homem suficiente para ajudar quem o elegeu, imagina então no campo de batalha…
Não será preciso, os “Guerra na Selva”, no combate em defesa da Amazônia, não precisam de ajuda ou de apoio logístico, pois são “auto suficientes” e extremamente motivados.
Em caso de invasão por potências militares, como EUA, França, Inglaterra, etc, etc, eles se embrenharão na selva e prepararão armadilhas e armas primitivas, como arcos e flechas e expulsarão qualquer invasor estrangeiro com força militar superior.
Isso se chama guerra de guerrilha, já foi usada no Vietnã e Afeganistão, e os americanos, que já perderam nesse tipo de combate anteriormente, como não aprenderam nada antes, serão novamente vencidos e humilhados.
Como os Americanos destruirão toda a estrutura militar logística e Bases Aéreas Brasileiras na região Amazônica, serão vencidos quando forem atras das forças Brasileiras embrenhadas na selva que montarão emboscadas.
Essa é a Doutrina de defesa da Amazônia, usar a experiência de “derrota americana” no Vietnã…A questão é se os americanos irão atrás dos Guerreiros de Selva, ou esperarão eles se entregar, com fome, doentes e maltrapilhos…