Alexandre Garcia fala do interesse estrangeiro na Amazônia, principalmente na cabeça do cachorro. Rede globo não mostra isso, só aqui. pic.twitter.com/XxHAN8GU48
— Jurandir Braga🇧🇷🇺🇸🇮🇱#direita (@JurandirBraga1) August 18, 2019
Só agora o Brasil resolveu acordar para a realidade e fazer valer a nossa soberania em relação a Amazônia. Não é de hoje que, ONGs e pseudo “Missões Humanitárias” (onde geólogos, biólogos e zoólogos travestidos de missionários) vem atuando na região sob o beneplácito de governos corruptos que, durante décadas insistiram em ignorar o problema e suas consequências.
Pertence coisa nenhuma! A Amazônia agora é de interesse mundial. Preservar a Amazônia, agora é questão de sobrevivência da humanidade. Bolsonaro entrará para a história como pior presidente da história do Brasil. Decepcão total. Além de fazer besteira ainda vai queimar o nome EA reputação dos militares. Ô IMPTMAM VÊM LOGO!
Em 1985 então 2.Sargento Inf fui o primeiro comandante do Destacamento de Segurança do recem criado Pelotão de Tirios na fronteira do Pará com o Suriname , sob a responsabilidade do 2.BIS. Quando retornei a Belem informei a presença de uma missao de Frades alemães que com a desculpa de catequizar e prestar apoio às comunidades indígenas , na verdade exploravam o trabalho dos índios e as riquezas naturais e minerais da Região e claro , marcavam a presença estrangeira naquele longínquo rincão amazônico. Ate onde sei permanecem la até hoje.
A Amazônia é de quem puder defende-la. Um exército coeso, comprometido, onde o subordinado confia na competência de seus comandantes, com material e armamento adequado, doutrina e valores patrióticos, pode sim fazer a defesa de seus interesses. Me lembro bem das Malvinas…um exemplo a não ser seguido.
Medalhas e coquetéis compram boa vontade, votos e a manutenção de privilégios
Ao entrar na organização militar o parlamentar é recebido com banda de música, presentes, brasões militares e – não pouco freqüente – uma bela comenda militar. Coquetéis luxuosos, camarões gigantes e taifeiros educados também impressionam.
Ao final do evento o deputado – impressionado com tanta educação, tanta consideração, tantos elogios, tanto reconhecimento do seu poder – recebe uma palavrinha ao pé do ouvido: “deputado, sabemos do seu patriotismo, por isso as Forças Armadas contam com o sua boa vontade para aprovação dos projetos que ajudam os militares a dar sua contribuição para o país”.
No dia seguinte logo cedo o parlamentar é peitado nos corredores do CONGRESSO por um grupo de homens de meia idade, barrigudos, com ternos baratos, sapatos surrados e linguajar pouco cortes dizendo que o PL 1645 é um assalto aos bolsos dos militares de baixos postos e graduações. Caminhando ainda atrás dele os sargentos tentam explicar que o exército não quer considerar os 30 anos de trabalho duro e agora concede aumentos desproporcionais só para quem ocupa o topo na escala hierárquica, esquecendo-se da reserva e até de alguns militares da ativa. Os homens, que fizeram questão de dizer que votaram nele, dizem ainda que os generais querem conceder somente para si mesmos uma gratificação de representação que os alcança até na reserva, mesmo que todos os militares tenham a obrigação de representar bem as forças.
A mente do parlamentar embaralha um pouco. Mas logo conclui que são militares indisciplinados, gente que não merece crédito. “e ainda disseram que votaram em mim! Como se tivesse obrigação de atende-los!”, pensa.
“Onde já se viu militar falando de política… perseguindo parlamentares dentro do Congresso Nacional?” Questiona-se, esquecendo-se que na semana passada recebeu a visita de coronéis e outros oficiais para lhe explicar um projeto de lei de interesse da defesa.
A única diferença é que estavam bem vestidos e levaram uns livros bem bonitos para lhe dar de presente, mas ele não atenta para isso.
Eu sou homem que vem da pobreza, mas sei valorizar homens capazes e educados. Os camarões estavam tão saborosos, tão grandes! Não poderia um homem chegar até o posto de general e estar a tentar burlar seus subordinados. “eles o obedecem com tanta consideração e afinco!”, pensa. “se fosse um mal caráter não estariam ali tão sorridentes e felizes… teve uma hora que todos riram da piada”, lembra… “do general ao sargento… todos se amam naquele lugar”.
“Prefiro continuar amigo dos generais”, quem sabe no futuro ganho outra medalha.
Recebido de colaborador
Onde há fumaça, há fogo, diz um velho ditado.
Vejam o que o professor da Harvard, Stephen Walt, disse em artigo em que levanta a hipótese de o país vir a ser alvo de uma intervenção militar internacional para proteger a Amazônia. ( Ele esclarece que não apoia essa ação).
” O Brasil não é uma grande potência, e ameaça-lo tanto com sanções econômicas quanto com uso da FORÇA, se se recusar a proteger a floresta, pode ser uma medida viável.”
E aí? Deixaram “visitarem” tanto os indígenas e não proibiram essa catequização deles. Agora é tarde.
Ninguém vai invadir a Amazônia! Porque? As mineradoras que lá atuam são estrangeiras e exploram o que bem entendem ou tem gente que ainda acha que a Vale é estatal? As grandes empresas agrícolas plantam soja ou criam gado com capital de grandes transnacionais ou vocês acham que Cargil, Bunge ou Soya são brasileiras? As madeireiras tem capital estrangeiro…se eles já tem acesso livre à todos estes recursos fica a pergunta cretina: para quê gastariam dinheiro invadindo a Amazônia para ter o que já exploram? Deixem de ser tolos! A Amazônia, como qualquer outro lugar do Mundo, já está inserida na economia globalizada! Não vivemos mais no início do século XX…
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Só agora o Brasil resolveu acordar para a realidade e fazer valer a nossa soberania em relação a Amazônia. Não é de hoje que, ONGs e pseudo “Missões Humanitárias” (onde geólogos, biólogos e zoólogos travestidos de missionários) vem atuando na região sob o beneplácito de governos corruptos que, durante décadas insistiram em ignorar o problema e suas consequências.
Pertence coisa nenhuma! A Amazônia agora é de interesse mundial. Preservar a Amazônia, agora é questão de sobrevivência da humanidade. Bolsonaro entrará para a história como pior presidente da história do Brasil. Decepcão total. Além de fazer besteira ainda vai queimar o nome EA reputação dos militares. Ô IMPTMAM VÊM LOGO!
Em 1985 então 2.Sargento Inf fui o primeiro comandante do Destacamento de Segurança do recem criado Pelotão de Tirios na fronteira do Pará com o Suriname , sob a responsabilidade do 2.BIS. Quando retornei a Belem informei a presença de uma missao de Frades alemães que com a desculpa de catequizar e prestar apoio às comunidades indígenas , na verdade exploravam o trabalho dos índios e as riquezas naturais e minerais da Região e claro , marcavam a presença estrangeira naquele longínquo rincão amazônico. Ate onde sei permanecem la até hoje.
A Amazônia é de quem puder defende-la. Um exército coeso, comprometido, onde o subordinado confia na competência de seus comandantes, com material e armamento adequado, doutrina e valores patrióticos, pode sim fazer a defesa de seus interesses. Me lembro bem das Malvinas…um exemplo a não ser seguido.
Medalhas e coquetéis compram boa vontade, votos e a manutenção de privilégios
Ao entrar na organização militar o parlamentar é recebido com banda de música, presentes, brasões militares e – não pouco freqüente – uma bela comenda militar. Coquetéis luxuosos, camarões gigantes e taifeiros educados também impressionam.
Ao final do evento o deputado – impressionado com tanta educação, tanta consideração, tantos elogios, tanto reconhecimento do seu poder – recebe uma palavrinha ao pé do ouvido: “deputado, sabemos do seu patriotismo, por isso as Forças Armadas contam com o sua boa vontade para aprovação dos projetos que ajudam os militares a dar sua contribuição para o país”.
No dia seguinte logo cedo o parlamentar é peitado nos corredores do CONGRESSO por um grupo de homens de meia idade, barrigudos, com ternos baratos, sapatos surrados e linguajar pouco cortes dizendo que o PL 1645 é um assalto aos bolsos dos militares de baixos postos e graduações. Caminhando ainda atrás dele os sargentos tentam explicar que o exército não quer considerar os 30 anos de trabalho duro e agora concede aumentos desproporcionais só para quem ocupa o topo na escala hierárquica, esquecendo-se da reserva e até de alguns militares da ativa. Os homens, que fizeram questão de dizer que votaram nele, dizem ainda que os generais querem conceder somente para si mesmos uma gratificação de representação que os alcança até na reserva, mesmo que todos os militares tenham a obrigação de representar bem as forças.
A mente do parlamentar embaralha um pouco. Mas logo conclui que são militares indisciplinados, gente que não merece crédito. “e ainda disseram que votaram em mim! Como se tivesse obrigação de atende-los!”, pensa.
“Onde já se viu militar falando de política… perseguindo parlamentares dentro do Congresso Nacional?” Questiona-se, esquecendo-se que na semana passada recebeu a visita de coronéis e outros oficiais para lhe explicar um projeto de lei de interesse da defesa.
A única diferença é que estavam bem vestidos e levaram uns livros bem bonitos para lhe dar de presente, mas ele não atenta para isso.
Eu sou homem que vem da pobreza, mas sei valorizar homens capazes e educados. Os camarões estavam tão saborosos, tão grandes! Não poderia um homem chegar até o posto de general e estar a tentar burlar seus subordinados. “eles o obedecem com tanta consideração e afinco!”, pensa. “se fosse um mal caráter não estariam ali tão sorridentes e felizes… teve uma hora que todos riram da piada”, lembra… “do general ao sargento… todos se amam naquele lugar”.
“Prefiro continuar amigo dos generais”, quem sabe no futuro ganho outra medalha.
Recebido de colaborador
Excelente!!!
Onde há fumaça, há fogo, diz um velho ditado.
Vejam o que o professor da Harvard, Stephen Walt, disse em artigo em que levanta a hipótese de o país vir a ser alvo de uma intervenção militar internacional para proteger a Amazônia. ( Ele esclarece que não apoia essa ação).
” O Brasil não é uma grande potência, e ameaça-lo tanto com sanções econômicas quanto com uso da FORÇA, se se recusar a proteger a floresta, pode ser uma medida viável.”
E aí? Deixaram “visitarem” tanto os indígenas e não proibiram essa catequização deles. Agora é tarde.
Ninguém vai invadir a Amazônia! Porque? As mineradoras que lá atuam são estrangeiras e exploram o que bem entendem ou tem gente que ainda acha que a Vale é estatal? As grandes empresas agrícolas plantam soja ou criam gado com capital de grandes transnacionais ou vocês acham que Cargil, Bunge ou Soya são brasileiras? As madeireiras tem capital estrangeiro…se eles já tem acesso livre à todos estes recursos fica a pergunta cretina: para quê gastariam dinheiro invadindo a Amazônia para ter o que já exploram? Deixem de ser tolos! A Amazônia, como qualquer outro lugar do Mundo, já está inserida na economia globalizada! Não vivemos mais no início do século XX…