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Recebi este texto na área de comentários. Vale a leitura.

Bom dia prezados senhores e senhoras.
Ninguém segura a marcha inexorável do tempo.
“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente… “ Mario Quintana
Penso que ainda não aprendemos com o passado. O discurso bonito e politicamente correto de “família militar” muitas vezes não passa de um discurso vazio e sem correspondência no mundo fático.
Infelizmente, enquanto mantivermos essa mentalidade tacanha de divisões internas que somente nos enfraquecem e nos desunem (ATIVA-INATIVOS, oficiais generais, Oficiais com ECEME, Oficiais QSG, Oficiais de AMAN, oficiais QCO, Oficiais QAO, oficiais de saúde, oficiais temporários, St e Sgt de escola, Sgt QE, Sgt temporários, cabos e soldados) não evoluiremos.
A Força Área e a Marinha têm os mesmos problemas (ou até mais graves). Cada um preocupado com o seu nicho.
No passado quando muitos direitos foram tolhidos do pessoal da ativa e mantidos (direito adquirido) para os inativos, não tomei conhecimento de qualquer manifestação em favor dos militares da ativa que muito deixaram de ganhar (os prejuízos foram enormes).
Hoje se vislumbra um caminho oposto. Vejo muita preocupação dos inativos que reclamam das possíveis perdas…. e benefícios dos ativos que tiveram a oportunidade de realizar cursos, etc!!!
Não defendo nenhum dos grupos.
Mais uma vez salta aos olhos que NÃO SOMOS uma FAMÍLIA MILITAR!!!
Precisamos nos unir como categoria e defender os nossos direitos; devemos marchar ombro a ombro. Isso muito raramente acontece (se é que já aconteceu).
Quando o tratamento é diferenciado por pura discriminação ocorre a cisão (divisão de uma agremiação, de um partido, de uma sociedade, de uma doutrina etc.). é o que sempre ocorreu e continua ocorrendo.
Como justificar (de forma racional e científica) para alguns militares certos benefícios (que na verdade são privilégios de castas).
Sugiro alguns temas para discussão:
a) vejamos os salários dos generais (salários indiretos como motoristas, assessores, residências mobiliadas, carros oficiais, taifeiros…)????!!! É justo??!! Eles também integram a família militar??!! Eles têm os mesmos interesses dos demais militares??!!
b) política de promoção para as forças co-irmãs. Existe? Possui isonomia? O Ministério da Defesa atua no sentido de fazer as três forças falarem a “mesma língua”???!!!
Tomara que em algum momento realmente tenhamos uma FAMÍLIA MILITAR…

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