WASHINGTON — Cerca de 21 mil soldados “nondeployable” foram forçados a sair das fileiras militares dos EUA desde que a política de “deploy or get out” (desdobrar ou sair) do Departamento de Defesa começou no último verão, anunciou o secretário interino de Defesa, Patrick Shanahan.
“Um elemento chave para fortalecer nossas forças armadas e aumentar a letalidade é garantir que nossos combatentes alcancem padrões estabelecidos de controle físico, mental e de segurança”, disse ele a membros do Comitê de Serviços Armados do Senado durante uma audiência sobre o orçamento fiscal de 2020.
“A guerra é implacável e nossa missão exige que permaneçamos uma organização baseada em padrões.”
No ano passado, funcionários do Departamento de Defesa estimaram que cerca de 11% das tropas ativas – cerca de 235.000 – foram classificadas como não-desdobráveis (que não podem ser enviadas para missões de combate fora do país). Quase metade desse número era de pessoas que faltavam a exames médicos ou não tinham documentos, tropas próximas da aposentadoria e mulheres que estavam grávidas.
Mas os 126.000 restantes enfrentaram uma série de lesões de curto e longo prazo, ou simplesmente não cumpriram os padrões de aptidão militar. Autoridades militares disseram que esses indivíduos terão até 12 meses para provar sua capacidade para desdobramento ou serão expulsos dos serviços.
Grávidas, recentemente grávidas e tropas feridas de combate estão isentas dos padrões. Cada um dos serviços também reformulou seus requisitos de classificação e relatório para rastrear com mais precisão a prontidão das tropas.
As autoridades de defesa estabeleceram uma meta para cada serviço de não mais que 5% de sua força total classificada como não-desdobrável. Shanahan disse que em apenas alguns meses, o percentual de tropas não-desdobráveis caiu para cerca de 5,4 por cento.
FONTE: Military Times
FORÇAS TERRESTRES/montedo.com
Respostas de 14
se houvesse esse rigor aqui teríamos inumeros “desmontaveis” tal a falta de preparo fisico dos nossos militares…TAF? tá de brincadeira
Imagina que maravilha se isso acontece no EB, seria excelente que as especificidades da profissão fossem critério para permanecer na força.
Se implementassem esta política de letalidade no EB não ficaria 30% do efetivo.Nosso Exército é amador,basta ver a pobre formação de nosso soldado e a imensidão de unidades inutéis atrulhadas de missões rolha.
Se esta moda pega, não fica um.
Enquanto isso, no Brasil, aumentamos o rombo previdenciário pra manter um monte de guerreiros que nunca viram um guerra. Quem são eles???
Se tal conceito fosse aplicado nas FFAA Brasileiras, elas seriam imeditamente extintas. Militar brasileiro so servem para reclamar de salarios, dar golpe na escala de servico e fazer fofoca durante o expediente.
Por aqui não sobraria um em qualquer banda de música.
Somente os leões-de-chácara, devem ter participado de muitas guerras e batalhas pelo mundo a fora… kkkkk… que piada esses dois.
Vi de tudo no EB…combatentes roliços que não corriam nada…uma vergonha! Alguns serviram a vida toda em OMs não operacionais como colégios militares e hospitais!
Velhos, golpistas, baixados pra que ?
Seria mais que excelente, seria magnífico, se esta moda aparecesse na PM do Rio de Janeiro.
Hoje em dia sinto vergonha em formaturas ou no 7 de setembro nos desfiles o comandante da tropa um gordo na maioria das vezes, sendo que é o primeiro cobrar o TAF e não dá exemplo, são umas piadas. Kkkkkkkkkkkkk
Exercito de verdade nao brinca em serviço.
Só os leões de chácara aí em cima comentando… com palavras uns gladiadores… e na realidade uns perdedores…hahaha