Em minha opinião essa é mais uma das provas de que o Brasil não precisa de “cotas para isso ou para aquilo”. Precisa sim de pessoas que não fiquem de braços cruzados esperando que alguém venha lhe dar algo, mas que elas se esforcem e façam por merecer.
A verdade é que há muito tempo existem alunos que querem estudar de verdade e outros, a maioria por sinal, que não levam a sério. Eu, por exemplo apenas, de família pobre, de cor parda ou morena ou preta, não importa, pois nem eu mesmo com isto tudo sei a minha cor, entrei na escola pública do município e terminei no ensino médio do estado. Fiz, quando ainda no ginásio, um curso no SENAI só para ter uma profissão. Por último fui para a EEAR. Após formado, fui prestar vestibular e entrei para a faculdade. Então, nada é “de mão beijada” nesta vida, tem de haver esforço, até para valorizarmos os feitos. Em suma, esta moça é um belíssimo exemplo de esforço, dedicação e capacidade de se projetar na vida, tanto faz na civil ou na militar. Parabéns!!!
Meu Primo, Tenente Coronel da Força Aérea Brasileira, também começou seus estudos em escola pública, em Guaratinguetá.
Ingressou na EEAR sem quotas. Sem favores.
Filho de um honrado e falecido Pedreiro e de uma honrada e falecida Dona de casa, graduou-se no ensino superior e venceu o certame para Oficial Especialista.
Hoje, com Mestrado no ITA, nem me autoriza contar sua história, posto que a considera comum.
Sem MIMIMI. Sem favores. Sem vitimismo.
Apenas determinação, disciplina e muitas horas de vôo/estudo e força de vontade.
Respostas de 5
Já ja a globo e as ONGs mimimis vao entrar na justiça acusando o exercito de ter feito lavagem cerebral nesse exemplo de menina…
estou de pé a lhe prestar continência. parabéns
Em minha opinião essa é mais uma das provas de que o Brasil não precisa de “cotas para isso ou para aquilo”. Precisa sim de pessoas que não fiquem de braços cruzados esperando que alguém venha lhe dar algo, mas que elas se esforcem e façam por merecer.
A verdade é que há muito tempo existem alunos que querem estudar de verdade e outros, a maioria por sinal, que não levam a sério. Eu, por exemplo apenas, de família pobre, de cor parda ou morena ou preta, não importa, pois nem eu mesmo com isto tudo sei a minha cor, entrei na escola pública do município e terminei no ensino médio do estado. Fiz, quando ainda no ginásio, um curso no SENAI só para ter uma profissão. Por último fui para a EEAR. Após formado, fui prestar vestibular e entrei para a faculdade. Então, nada é “de mão beijada” nesta vida, tem de haver esforço, até para valorizarmos os feitos. Em suma, esta moça é um belíssimo exemplo de esforço, dedicação e capacidade de se projetar na vida, tanto faz na civil ou na militar. Parabéns!!!
Meu Primo, Tenente Coronel da Força Aérea Brasileira, também começou seus estudos em escola pública, em Guaratinguetá.
Ingressou na EEAR sem quotas. Sem favores.
Filho de um honrado e falecido Pedreiro e de uma honrada e falecida Dona de casa, graduou-se no ensino superior e venceu o certame para Oficial Especialista.
Hoje, com Mestrado no ITA, nem me autoriza contar sua história, posto que a considera comum.
Sem MIMIMI. Sem favores. Sem vitimismo.
Apenas determinação, disciplina e muitas horas de vôo/estudo e força de vontade.