Tenente-coronel pediu, diretamente, ’50 tiros’ de ponto 40 e uma arma da marca Glock a capitão da PM que era comandante da UPP Vila Kennedy. Áudio da conversa foi obtido com exclusividade pelo G1.
Por Marco Antônio Martins e Nicolás Satriano, G1 Rio

Uma conversa entre dois oficiais, um da Polícia Militar fluminense e outro do Exército Brasileiro, chamou a atenção de agentes que apuravam dois homicídios no Morro do Fallet, favela na região central do município. Na gravação obtida pelo G1, um dos militares pede diretamente ao outro munição e uma arma, ambas de uso restrito das forças de segurança. A prática está em desacordo com o Estatuto do Desarmamento, que considera crime a cessão sem autorização.
O diálogo ocorreu no dia 9 de setembro de 2017. No início daquela noite, o capitão da Polícia Militar Ricardo Franco Nicodemos Noronha, na época comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio, recebe uma ligação do tenente-coronel Paulo Ubirajara Mendes, atual comandante do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda do Exército Brasileiro.
Nicodemos: Ó, coronel!
Mendes: Fala, moleque, tudo na paz?
Nicodemos: Tudo bem? Graças a Deus.
Mendes: Tudo ótimo, cara. Prazer falar contigo. Tudo bem?
Nicodemos: Sempre [risos]. O que eu posso ajudar?
Mendes: Não, cara. Primeiro, tu não pode ajudar p*rra nenhuma. Calma, relaxa. Primeiro, vamos relaxar. Tu ainda segue nessa tua UPP aí, rapaz? Onde é que tu anda, agora?
Nicodemos: Eu tô na UPP da Vila Kennedy.
Mendes: Agora tu tá na UPP da Vila Kennedy…
Mendes: Tu viu que eu te pedi um pouco de munição .40, né?!
Nicodemos: Isso aí é mole.
Mendes: Eu tenho uma pistola .40 aí. Só que, p*rra, tá um imbróglio pra conseguir munição com a CBC [Companhia Brasileira de Cartuchos], um parto, um criolo doido. Tá f*da. Demora seis meses pra tu arrumar cinquenta tiro (sic).
Nicodemos: É… difícil pra caramba. Eu tenho em casa sobrando.
Mendes: Se tu me arrumar uns 50 tirinho de .40, te agradeço.
Nicodemos: Eu tenho em casa sobrando. Já levo essa semana aí.
Após prometer que entregaria os 50 tiros de munição .40 (o que equivale a uma caixa de balas) que tem em casa sobrando, o capitão recebe mais um pedido do tenente-coronel. Dessa vez, o comandante do Regimento de Cavalaria quer uma Glock.
Mendes: Outra parada é o seguinte, Nico. Olha só. Eu andei dando uns acetileno aqui no regimento, até falei com o Evangélio, e nego andou me prometendo, entendeu?
Nicodemos: Uhum!
Mendes: Eeee, e aí eu falei pro Evangélio: ‘Pô, Evangélio, me arruma uma Glock aí, me arruma uma…’
Nicodemos: Isso aí, isso aí, vamos conversar pessoalmente.
Mendes: Melhor, melhor.
Nicodemos: Entendeu?!
Mendes: Melhor, melhor, melhor, melhor. Aí, aí a gente conversa com calma, Nico. Tá bom?
Nicodemos: Hum, hum, tranquilo.
Mendes: E aí, a gente desenvolve esse papo aí.
Nicodemos: Tranquilo.
Por fim, os oficiais, que na época trabalhavam a cerca de 10 km de distância um do outro, combinam um encontro. O tenente-coronel do Exército convida o capitão para uma visita ao regimento. O oficial da PM prontamente aceita e sugere: “A gente toma um café”.
Mendes: Moleque, então é o seguinte, dia 23 te espero aqui no regimento.
Nicodemos: Estarei aí sem falta. Essa semana eu do um pulo aí, eu tô com viatura, é mais fácil.
Mendes: É? Tá bom então.
Nicodemos: O senhor tá no expediente direto, no RPG?
Mendes: Direto. Tô sempre no regimento.
Nicodemos: Show de bola. Eu dô um voo essa semana aí, sem falta. A gente toma um café.
Mendes: Falou, moleque. Forte abraço. Fica com Deus.
Nicodemos: Fica com Deus.
Ilegalidades
Ao G1, o professor e jurista Luiz Flávio Gomes explicou que a cessão de munição ou entrega de armas diretamente a outra pessoa é ilegal. Gomes esclareceu que, mesmo que os envolvidos sejam militares, oficiais ou praças, o fornecimento direto de equipamentos, restritos ou não, configura crime previsto no Estatuto do Desarmamento.
“A lei quer saber com quem está a munição ou a arma. Mesmo no caso de militares. O Estado quer ter o controle [sobre o armamento]”, resumiu o jurista.
O Artigo 16 do Estatuto do Desarmamento, por exemplo, estabelece que é crime “fornecer, ceder, ainda que gratuitamente, (…) emprestar arma de fogo, acessório ou munição de uso proibido ou restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar”. A pena prevista para o crime é reclusão de três a seis anos, além de multa.
A solicitação do tenente-coronel de uma arma da marca austríaca Glock é um caso à parte. Isso porque no Brasil só podem ser comercializadas armas de fabricação nacional, das marcas Imbel ou Taurus.
As forças de segurança, no entanto, podem utilizar armamento estrangeiro caso recebam autorização expressa da Justiça. No “mercado negro”, porém, é possível obter as armas. Segundo Gomes há, no Brasil, cerca de nove milhões de armas circulando ilegalmente.
Um oficial da PM ouvido pelo G1 confirma as informações do jurista. O policial acrescentou que, além de aval da Justiça, é preciso uma autorização especial e a arma deve ser utilizada em estande de tiro, não pode ser usada para porte.
O militar explicou, ainda, que PMs não recebem munição “de sobra”, exceto se as balas foram compradas por ele. Mesmo assim, o que pode ocorrer é ele ter uma arma acautelada, que é entregue com três carregadores cheios.
Para conseguir a munição ou mesmo manter uma arma acautelada, os policiais precisam de uma autorização do Estado-Maior Geral da PM. Depois, o PM precisa ir ao Centro de Suprimento de Material da corporação (CSM), em Niterói, e retirar o armamento.
Capitão era alvo
O diálogo entre os dois oficiais surgiu durante as investigações que resultaram na prisão do major da PM Alexandre Frugoni, em outubro do ano passado, em ação da Corregedoria da PM. No mês seguinte, o major foi solto por determinação da Auditoria da Justiça Militar.
Autorizada pela Justiça, a interceptação telefônica chegou ao comandante do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda por acaso. O alvo original das escutas era, na verdade, o capitão da PM.
Como na conversa entre eles foram identificados indícios de irregularidades, o trecho foi destacado e relatado em inquérito policial-militar. Apesar da gravação, ainda não há investigação aberta sobre o caso; tanto a PM quando o Comando Militar do Leste informaram que não têm conhecimento dos diálogos.
Para falar sobre a cessão de munição e o pedido da arma, o G1 buscou o capitão e o tenente-coronel pelos números de telefone apresentados no IPM. Às 19h16 do dia 4 de julho, por telefone, a equipe de reportagem conseguiu falar com tenente-coronel sobre a conversa com o capitão da PM Nicodemos, em 2017.
Foi perguntando ao oficial se ele conhecia o capitão, mas Mendes respondeu que “não falaria por telefone sobre o assunto”. Questionou-se, então, se ele poderia conceder uma entrevista pessoalmente. O oficial disse que existe uma “hierarquia militar” e a ligação caiu.
Já o contato com o capitão Nicodemos foi às 20h41 do dia seguinte. Foi perguntado ao oficial se ele conhecia o tenente-coronel Paulo Ubirajara Mendes. O oficial respondeu que o nome “não era estranho”.
Em seguida, foi questionado se o capitão forneceu a Mendes munição .40 e a arma da marca Glock requisitadas pelo oficial do Exército. O capitão negou saber qualquer coisa referente aos pedidos e disse não se recordar do diálogo.
Antes de finalizar a conversa, o capitão perguntou como o repórter havia conseguido o número de celular dele. Foi informado ao oficial que a legislação garante o sigilo da fonte. Ele, então, pediu que o número não fosse repassado a outras pessoas.
Procurados, Polícia Militar e Comando Militar do Leste (CML) responderam, em nota, que desconhecem as informações obtidas pela reportagem.
O G1 apurou que, após ser comandante da Vila Kennedy – comunidade escolhida para ser modelo da intervenção federal na segurança no RJ -, o capitão Nicodemos foi transferido para o 41º BPM (Irajá), onde está lotado atualmente.
O CML confirmou que o tenente-coronel Mendes é o atual comandante do 2º Regimento de Cavalaria da Guarda e informou que o oficial tem registro de colecionador de armas.
Autorização para compra de armas e munição
O Comando Militar do Leste também respondeu a questionamentos do G1 referentes a autorização para compra de armas de fogo e/ou munição.
Foi explicado pelo CML que, para adquirir os equipamentos (tanto de uso restrito ou permitido) diretamente na indústria, é preciso solicitar autorização à Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC).
Tal solicitação deve ser encaminhada pela organização militar (OM) à qual a pessoa pertença à DFPC. Isso é feito pelo Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da Região Militar de vinculação.
O CML esclareceu que as autorizações para “aquisição de armas de fogo e munição de uso permitido no comércio especializado são concedidas pelos comandantes, chefes ou diretores da organização militar de vinculação do militar”.
O texto informa, ainda, que a autorização para a aquisição de armas e munições é concedida pela Região Militar de vinculação do atirador ou colecionador.
Descontrole
Policiais ouvidos pelo G1 sob condição de anonimato garantem que o empréstimo de munição é comum entre profissionais das forças de segurança.
Segundo explicaram, a “burocracia” é muito grande para obter munição .40, por exemplo. Um deles confirma ser possível que todo o trâmite para se ter acesso aos lotes demore até seis meses, caso seja respeitado o rito estabelecido pelo Exército.
Um deles disse que, diante de tal burocracia e com a crescente violência contra policiais, os integrantes das forças que têm acesso às munições repassam aos colegas “na confiança” de que as balas serão usadas em treinamento ou para defesa.
As explicações dadas pelos agentes evidenciam o descontrole sobre a munição cedida. Outro problema apontado é que não há como rastreá-la. A bagunça já foi, inclusive, objeto de Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa fluminense, em 2011.
No relatório produzido sobre o tráfico de armas, é dito que a maior parte dos desvios de munição ocorre internamente. Uma das propostas da CPI era implementar o rastreamento de armas e munição vendidas para as polícias, o que, naturalmente, permitiria saber de onde são caso forem utilizadas para outras finalidades.
Quando foi instalado o Programa Delegacia Legal no RJ, da Secretaria de Segurança Pública, havia a previsão, junto à CBC, de desenvolver um sistema para permitir maior controle do uso de munição por cada policial em serviço. O sistema deveria ser difundido para outros estados, mas não foi colocado em prática.
G1/montedo.com
Respostas de 55
Eu vou ficar muito mais tranquilo quando a imprensa- G1- entrevistar os traficantes, os ladrões, os homicidas, os sequestradores e demais delinquentes e perguntarem para eles onde conseguem fuzis, metralhadoras, pistolas 9 mm, magnum 357 e outras. Seria bom perguntar também para o professor e jurista se essa prática contraria o estatuto do desarmamento.
Melhor comentário !!!! Um repórter desse merece o troféu DESERRVIÇO !!!
Ótima observação, sempre os punidos são, o cidadão de bem e os profissionais da área de segurança
Excelente comentário. Apesar dos pesares, esse armamento e munição seriam utilizados contra o crime organizado. Chega de controle aos homens da lei que expõem suas vidas para controlar o que está sem controle
Maravilha !
É isso aí. De pleno acordo Porque mão tratam do desarmamento desses Bandidos que estão livre , leve e soltos Amei sua resposta! Abraços
Excelente!!!!
Concordo com você, grampear e escutar conversas entre militares, agentes públicos é mole, quero ver grampear traficantes!
Porque esse vagabundo desse reporter nao vai caçar serviço. Não vi nada errado nessa conversa. Esses jornalista cagão não tem culhão pra divulgar conversa de bandidos. Covardes.
????????isso mesmo estamos a mercê dessa corja repórteres e juristas.
Esse comentário foi muito pertinente. Aos criminosos as benececes e favores da lei;ao cidadão o custo e à manutenção desses favores. Não confio em “juristas” como os dos últimos 20 anos que se vendem a organizações políticas e a criminosos, que prestam um desaerviço a sociedade
Que jornalista que anda sem nada por fazer! Matéria sem finalidade alguma. O país afundado em violência e ele preocupado com isso. Vai nos morros ver lá. Parece que tem facções emprestando munição e armas lá. Faça uma matéria no local, ao vivo e leve os juristas e especialistas de internet e faculdade juntos.
Maldito jeitinho brasileiro.
Por isso, insisto que não adianta meter o pau no pessoal da cúpula dos 3 poderes, pois aquela turma representa o que temos de melhor em nossa sociedade. É a nata do nosso país.
Nós, como povo, desde a vinda de D. João VI, queremos levar vantagem sempre!
E, agora, ficarei uma semana de cara vermelha, aqui no meu bairro.
Nada demais, pior é o procedimento de Gilmar Mendes e outros ministros do STF.
A grande diferença que a vergonha e por conta da exceção e não a regra, como nos outros poderes…
A grande diferença que a vergonha e por conta da exceção e não a regra, como nos outros poderes…
Falar mal é facil,dificil é proteger a si proprio e a propria população com munição velha e escassa (realidade da maioria dos policiais) .
Não apoio o descaminho de mercadoria controlada ou qualquer outra pratica similar, critico e me enojo das politicas absurdas de “segurança ” do nosso pais onde o rato corre atrás do gato…
Ps reportagem super competente e idonea, que as *balas*sejam usadas para salvar a vida de cidadãos de bem….
Arma.. munição….e assunto é conversa de. Militares e no meu entender quem está preocupado com isto deveriam todos os ilustres oportunista procurar o que fazer…”trabalhar” e não se meterem em conversa. De quem não tem nenhuma satisfação a dar este canalhas de plantão..nada demais simples assim. Segue o enterro.
PM,e,o exército tudo farinha,do mesmo saco..
Logo se vê que você não tem conhecimento nem de um lado, nem de outro
…
Mas Gerson: “É a lei do Gerson”, pô!
Agora, falando sério, estão conseguindo “minar” o EB e toda as FFAA, graças ao seu comandante geral.
Tanta coisa para se preocupar e o repórter vai “fuçar” uma besteira dessas. Deixem de tolice. Vai cuidar da tua vida.
Quem tá na guerra são eles e têm que se ajudar mesmo.
Pois é, isso que dá por um monte de restrição e demoras junto com trocentas papeladas na hora de comprar uma arma/munição. E só pra lembrar: é o próprio EB quem normatiza os processos.
Que coisa essa mania de mostrar as coisas erradas feitas pelos chefes. Chefe não erra,quando muito foi induzido por um subordinado.
este Evangelio quem será?
kkkkkkkkkkkkkkk ainda pedem intervenção kkkkkkkkkkkkkkkk
Grande notícia! Não serviu para nada. Os Policiais devem se ajudar entre si. Uma vez que o Estado e sociedade não o faz! Deixando-lhes à mercê da massa delinquente dessa Pátria já falida. O G1 poderia ir atrás dos traficantes dos grandes centros e saber deles sobre a procedência de seus armamentos; quem são seus fornecedores; qual caminho seguem! Seriam bons questionamentos. A insistência em querer desmoralizar às forças de segurança pública perante a sociedade com matérias jornalísticas por demais tendenciosas, não merece o apreço de nenhum nós. Menos ainda profissionais que se prestam a este desserviço social.
Gostaria também que a reportagem procurasse o Exército e questionar porquê a demora na liberação da autorização de compra de munição restrita para agentes aptos a adquirir esse material. Cara, demora mais de seis meses essa burocracia dentro do exército, é um absurdo.
PERFEITO!!!!!!
Só bandido pode anda armado e negocia munição armas granadas militares deveriam usar atiradeiras e flecha
NÉ??????
Quero ver alguém enfrentar bandido com o estatuto do desarmamento na mão. E este monte de tranqueira para conseguir uma arma. Para o bandido não há. Quem não precisa impor respeito é fácil criticar.
Bixo, lendo os comentários acima percebo que o pessoal se foca em atacar as consequências e não a própria causa em si.Dane-se que o repórter em questão poderia ter coisa melhor a fazer, mas no fato em si, existe um indício criminal e deu!! Se tem traficante, empresário, político, pai de santo, fazendo coisa pior – não se, mas a conversa revela indício de ato ilícito(ponto). E lembrando que é o EB quem regulamenta as atividades de CACs (não sei se vem ao caso) bem como a compra de armas e munições por militares, PF, PRF, auditores, etc, etc. No próprio diálogo o cara reclama que “empresa X tá foda pela demora, um parto de não sei o que”…Filhotão, isso é a burocracia do EB!! Se tu ta achando ruim arrumar uma glock 40 imagina o praça conseguir derrubar toda burocracia pra conseguir uma taurus 380.
Tu estás falando sem conhecimento de causa “filhotão”..kkkk, comprei uma .380 no mês passado (em uma loja) e foi super rápido e sem perda de tempo com burocracia. Solicitei ao Cmt da OM a autorização que tem competência em assinar pelo Cmt da Região Militar. Enviei a autorização para o vendedor que me expediu uma Nota Fiscal já com o número do arma, que serviu para registrar a mesma na SFPC. Voltei na loja, paguei e saí com a pistola. Simples assim.
O professor e jurista Luiz Flávio não explicou que existe um procedimento para que uma pessoa transferira a propriedade de uma arma de fogo para outra pessoa dentro da legalidade. E que é normal um oficial com anos de carreira possuir mais de 50 munições de sobra.
Mas que papelzinho ridículo faz o que se diz jornalista nessa materiazinha titica hein? Qual é o problema? A b#$&# do estatuto do desarmamento proíbe é? Grandes merdas: o estatuto, quem o defende e esse sitezinho porcaria. Vão se preocupar em coisas mais sérias fazendo o favor…
O estatuto do desarmamento já deveria ter sido revogado. Afinal houve um plebiscito e mais de 70% do povo foi contra. Covardes como esse repórter fazem com que apenas bandidos estejam armados
Nem os militares estão conseguindo munição, e nem confiam em armas nacionais.
Impressionante é a defesa seletiva do rigor na aplicação da lei.
Se quem viola a lei é bandido e bandido bom é bandido morto…conclui-se que o que falta à maioria dos que aqui comentaram é integridade.
“Aos meus amigos tudo. Ais inimigos, a lei.”
Este tipo de repórter só não está lá no morro colocando gente no microondas junto com os traficantes, mas é gente tão prejudicial à sociedade quanto os bandidos. O cara está mais preocupado com o controle de munição dos agentes públicos que estão servindo na defesa dele e também dos familiares desse infeliz. Mas tudo isso é compreensível… um babaca desses fica 4 ou 5 anos com o rabo colado numa cadeira de universidade tendo sessões de lavagem cerebral e de quanto opressor é o sistema e também o quanto são maus os agentes de segurança pública… esse é o resultado. Também já passou da hora de revertermos esse negócio de desarmamento da população… o Rio Grande do Sul quando teve o prebiscito, houve uma rejeição de 80% e mesmo assim nos enfiaram goela abaixo essa lei que veio pronta da ONU para todos os governos de esquerda da América Latina com o único objetivo aumentar fragilizar a população e aumentar o poder do estado.
Falem para o Mendes e o repórter uma explicação sobre o porquê a burocracia do exército para emitir a autorização de compra de munição leva mais de seis meses, e mais uns dois meses para ser entregue pela CBC, então é aproximadamente oito meses o trâmite. Vergonha né, lerdeza TB.
Pessoal já q fazem um trabalho tão importante como essa quero dar um Bizu aos senhores… Lá no morro carioca estão descumprindo o estatuto do desarmamento, tem gente andando com fuzis, crianças com armas de fogo e ainda traficando e matando gente com essas armas. Será que vcs podem ir lá no morro acabar com essa aberração. Ahhhh tem repórter que sobe o morro pra comprar drogas e armas tmb já que são tão íntegros eu acho q podem ajudar …
Reportagem lixo. Para essa mídia nojenta polícia é ruim e bandido é quem tá certo!
O povo civil brasileiro está ferrado estamos sozinhos e fudido faz tempo … Como confiar nessas organizaçoes criminosas como a PM do Rio De Janeiro e o exército brasileiro que de tempo em tempo descobrem alguma falcatrua entre os comandantes
E assim, no empresta daqui e empresta dali, que ocorrem de munições de lotes oficiais pararem nas mãos de executores de extermínio, assassinato, como da fereadora Marielle e seu motorista Anderson… e ninguém sabe ou quer responsabilizar os agentes públicos que detinham a responsabilidade da munição. A responsabilidade deveria ser objetiva nesses casos. Cedeu a munição? Com ela foi cometido crime? Então também responda pelo crime. A causa da causa também é causa.
O que deveria haver é o funcionamento correto das unidades. Distribuição de munição controlada, mas ao mesmo tempo sem tanta burocracia, para não afetar o próprio controle com tretas como “cessão de munições entre agentes” e nem prejudicar os serviços.
Tudo culpa da burocracia que o próprio EB cria. Não depende de maia ninguém. É norma do próprio EB. Provem do próprio veneno. E opior é que o gen Teófilo poderia mudar tudo isso com a edição do novo R-105 e fez questão de não mudar. Tempos depois advinha quem é pré candidato ao governo do RN pelo PSDB? O próprio gen Teófilo. Quantq coincidência hein…
Montero me adimiro você propagando notícias ridículas como esta, sabe que militar no Rio é um alvo, tem mais é que haver parceria entre polícia e Exército, esses heróis que saem todos os dias de casa sem saber se vão voltar.
Seria ótimo se o governo fornecesse armas adequadas e munições suficientes para o trabalho e para treino, tanto para forças federais como para as estaduais. Não seria necessário pedir emprestado, para treinar ou para trabalha. Senhor repórter, senhor jurista, de onde vem o armamento dos traficantes? Vai investigar o Planalto!
Se um policial tem dificuldade para ter acesso ao seu material de trabalho
, O mesmo não acontece com a bandidagem
As FORÇAS ARMADAS, segundo a reportagem, deveriam prestar continências e honras militares aos excelentíssimos bandidos/traficantes.
Fogo nos bandidos que com Forças Armadas o buraco é mais embaixo.
Reportagem lixo! Vão achar um algum assunto relevante!!!
É ridículo na atual conjectura em que vive as forças de segurança pública o policial ou o pessoal do exército ter que ficar procurando ou mendigando munições para sua defesa ou dos seus familiares com outras pessoas(amigos). Esse mesmo reporte ja procurou saber das dificuldades para se comprar munições?
Sou totalmente contra o extravio delas para o uso indevido das mesmas. Não está fácil pra ninguém ter que viver do jeito que está no Brasil e principalmente no Rio. Onde o certo passou a ser errado e o errado passou a ser certo.
Se não me falha a memória, não foi a alguns dias atrás que foi feito uma grande apreensão de munições e o legislativo, não me recordo de quem foi o infeliz depoimento que apreensão de munições é insignificante…
Pq será? Pq foi pego com bandidos e não com um agente da lei???
Ninguém vai buscar onde os bandidos compram munição!!armas etc…! Nem porque só tem uma fábrica de munições no Brasil que também é a fabricante de todas as armas nacionais!! E dificulta tudo até para a polícia e os militares que tem direito ao porte!! Aqui tudo e proibido!!! O cidadão comum então!! Nem canivete !!! Direito a defesa zero!! Bandidos tudo!!!
O próprio EB tem dificultado a aquisição de munição com NORMAS e PORTARIAS, estas, hoje, estão expondo os seus integrantes ao RIDÍCULO.
Senhores COMANDANTES é chegada a hora de encaminharem DIEx para o Diretor da DFPC solicitando que mudem essas inúmeras burocracias para aquisição de ARMA e MUNIÇÕES, principalmente para aquisição de MUNIÇÃO, se o militar tem o CRAF/PAF compre os seus insumos nas lojas credenciadas, com emissão da devida nota fiscal.
Quanto ao reporter, DEVE ser mais um consumidor de ilícitos.
Culpa desse excesso de burocracia que o Exército cria para dificultar o acesso dos militares a aquisição de armas e munições. Hoje em dia qualquer vagabundo tem pistolas e munições a vontade, mas quando você quer comprar uma pistola legalmente, esbarra nessa burocracia ridícula que nos é imposta.
O que tem de mais nisso. Em um país sério esse tipo de munição é entregue pelos Correios na casa da pessoa! ? São dois militares que podem ter armas e querem crucificar os dois por causa disso.
Opa, vai sobrar para a PM de novo …já não basta perderem a vida no Combate na linha de frente, agora é necessário emprestar armas aos integrantes do exército…kkk
Contém ironia, para que os leigos e entendam de credibilidade, quem não é visto não é lembrado e manterá o crédito até que tenha que provar a eficiência ou seja maculado por analfabetos funcionais que generalizam, por Criminosos interesseiros, políticos corruptos, mídias sensacionalistas e manipuladoras, Traficantes vagabundos e todas, pelo joio no meio do trigo e pelas escórias que não gostam da Polícia Militar colocando vagabundos na CADEIA.