Zé Dirceu, ex-guerrilheiro e ladrão

Recém empossado na presidência do Clube Militar, o General Hamilton Mourão disparou sua artilharia contra a segunda turma do STF, que determinou na última terça-feira (26) a soltura do mensaleiro José Dirceu “um ex-guerrilheiro e, pior ainda, ladrão dos parcos recursos desta Nação”, afirmou.

Marxismo de toga

Em nota oficial, o militar da reserva classifica Dias Toffoli, Lewandovski e Gilmar Mendes como espécimes do “homo marxianus” (homem marxista), para os quais “nada é mau, desde que atenda suas conveniências”.

Agora, ele pode

Cabe lembrar  que a lei garante aos militares inativos o direito à livre manifestação. Desta vez, Mourão age dentro da lei, ao contrário das manifestações que fez ainda na ativa, quando deveria ter sido punido exemplarmente.

Leia a nota do Clube Militar

 “VERGONHOSA DECISÃO”

Gen Ex Antônio Hamilton Martins Mourão

Presidente do Clube Militar

No último dia 26 de junho, dia em que comemoramos os 131 anos de fundação da Casa da República, tive a honra e o privilégio de assumir a Presidência do Clube Militar, onde, juntamente com meus vice-presidentes e diretores, irei não só dar continuidade ao excelente trabalho realizado pela equipe do Gen Pimentel, como também atuar no sentido de apoiar, incondicionalmente, nossos candidatos oriundos da família militar.

Contudo, ao retornar para minha residência, tomei conhecimento da decisão da 2ª Turma do STF, colocando em liberdade o condenado José Dirceu, um ex-guerrilheiro e, pior ainda, ladrão dos parcos recursos desta Nação. A argumentação do Ministro Toffoli soou como um tapa na cara da população ordeira e que paga os pesados impostos, os quais alimentam os salários e mordomias daquela casta. Óbvio que o time formado por Gilmar e Lewandowski de imediato legitimou a tese de que a dosimetria da pena de Dirceu poderia ser revista. Ora minha gente, independentemente do tempo que tenha de cumprir, a verdade é que Dirceu está condenado em 2ª instância e, portanto, deveria aguardar na cadeia a solução do seu caso.

Esses Ministros constituem o exemplar “perfeito” daquilo que Skousen denominou de “homo marxianus” (homem marxista). Esta espécie, infelizmente ainda abundante em nosso País, considera que nada é mau, desde que atenda suas conveniências. Libertaram-se de todas as restrições da honra e da ética que os confinavam e que a humanidade havia tentado usar como base para a harmonia nas relações humanas. Quantas leis houverem, igual número eles as quebrarão.

VERGONHOSA DECISÃO!!!!!

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