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Com Exército, busca em presídio do RJ encontra celulares e drogas
Segundo Secretaria de Administração Penitenciária, ação terminou com 48 aparelhos apreendidos, além de pacotes com maconha e cocaína
Rio de Janeiro está sob decreto de intervenção federal na segurança desde o dia 16 de fevereiro
Rio de Janeiro está sob decreto de intervenção federal na segurança desde o dia 16 de fevereiro (Danilo Verpa/Folhapress)
Agência Brasil
A operação de revista na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense, realizada nesta quarta-feira, 21, com apoio de tropas do Exército, encontrou 48 aparelhos celulares que eram utilizados pelos presos. Também foram encontradas cocaína e maconha.
Esta foi a primeira ação das Forças Armadas em presídios do Rio de Janeiro após a intervenção federal na segurança pública do estado, decretada pelo presidente Michel Temer (MDB) na última sexta-feira, 16, e aprovada ontem pelo Congresso. A intervenção durará, a princípio, até o dia 31 de dezembro de 2018.
Os militares chegaram no início da manhã ao presídio, que teve uma rebelião na madrugada da última segunda-feira. A varredura começou às 8h35 e terminou às 14h. Além de cães farejadores, foram usados aparelhos para detectar presença de armas enterradas. Participam da revista 100 inspetores de segurança e administração penitenciária, 30 integrantes do Grupamento de Intervenção Tática da Seap e cerca de 250 militares do Exército.
Os presos foram retirados dos pavilhões e alas para não haver contato direto com os militares. Segundo a Seap, além dos celulares, foram encontrados 205 envelopes com pó branco, 151 pacotes pequenos com erva picada e três tabletes pequenos com características de maconha.
Segundo o titular da secretaria, David Anthony Gonçalves Alves, considerou que a varredura demonstrou “capacidade de integração e cooperação entre as forças federais e estaduais, o que permite estabelecer um protocolo de atuação conjunta de forma sistemática”.
Entre domingo e segunda-feira, houve uma rebelião na unidade prisional, que foi controlada. Dezoito pessoas chegaram a ficar reféns dos detentos, oito delas agentes penitenciários e dez presos.
Veja/montedo.com
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