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Segundo apurou a revista ISTOÉ, após ter afirmado que “usar o caso envolvendo Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo TRF-4, para revisar a norma seria apequenar o STF”, a Presidente do STF, Ministra Cármen Lúcia procurou saber o que pensava a caserna sobre a iminente prisão do ex-presidente, condenado em segunda instância pelo TRF-4. O recado dos militares foi claro: “Queremos que Lula seja julgado dentro da legalidade. Da estrita legalidade”.
Sem citar Lula, Cármen Lúcia voltou ao tema no discurso de abertura do ano judiciário, na última quinta-feira (1). Sobre a possibilidade de revisão da prisão após sentença de segunda instância disse que “o Supremo não se submete a pressões para fazer pautas. A questão foi decidida em 2016 e não há perspectiva de voltar a esse assunto. Não há pauta sobre isso”. “Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial. O que é inadmissível e inaceitável é desacatar a Justiça, agravá-la ou agredi-la” completou.
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