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Primeiro ano do Instituto Militar de Engenharia passará a ser na EsPCEX a partir de 2019
Divulgação
O Exército Brasileiro avalia a transferência das atividades do primeiro ano de formação do IME (Instituto Militar Brasileiro), no Rio de Janeiro, para a EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército), em Campinas.
A mudança, que valeria a partir de 2019, está prevista em uma diretriz do Comando do Exército, que elaborou um grupo de estudo para avaliar a viabilidade da transferência.
Mas, segundo o coronel Marcus Alexandre Fernandes de Araújo, comandante da EsPCEx, é bem provável que a mudança aconteça. “Vamos passar por algumas adaptações, mas estaremos preparados”, disse o coronel.
O IME tem mais de 220 anos e foi a primeira escola superior de engenharia das América Latina – a sétima do mundo. O estudante passa cinco anos na graduação, para se tornar um oficial militar da ativa ou da reserva (se quiser continuar como civil).
O objetivo do Exército é economizar, retirando o primeiro ano da formação do Rio de Janeiro e trazendo para Campinas, onde os aspirantes a oficiais já realizam um ano de formação obrigatória – por isso, a estrutura já está “pronta”. A corporação também diz que a mudança vai “integrar a formação dos oficiais de carreira combatentes e engenheiros militares”.
No entanto, embora forme oficiais militares, as atividades do IME não são voltadas para a linha bélica do Exército, diferente da EsPCEx. Por isso, os 100 estudantes que ingressarem no IME e tiverem que passar pelo primeiro ano de estudos em Campinas terão que se adaptar.
Em Campinas, por exemplo, o regime é de internato – no IME, o aluno que opta pelo curso da ativa tem direito a moradia, mas ela não é obrigatória. Como a formação da EspCEx é voltada para a linha bélica, o treinamento físico também é mais intenso que no IME.
“Eles terão que se adaptar, porque não podemos mudar nossa linha”, afirma o coronel Marcus.
A CIDADE ON/montedo.com
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