Mauricio Lima
Troca de gentilezas
Há quatro anos, a Aeronáutica concedeu uma importante comenda à ministra do STJ Laurita Vaz, hoje presidente do tribunal. Com toda a pompa e fanfarras, estavam presentes na solenidade o então vice-presidente Michel Temer, o ministro da Defesa Celso Amorim e diversas autoridades.
A Ordem do Mérito Aeronáutico é uma honraria concedida pela FAB às personalidades civis que prestam algum tipo de contribuição à Aeronáutica (alguns oficiais militares também recebem a distinção).
Realizada na Base Aérea de Brasília, a cerimônia foi presidida pelo comandante Juniti Saito, que liderou a corporação entre os anos de 2007 e 2015. Agraciada com a comenda, Laurita Vaz soube retribuir tamanha gentileza. Atualmente, a filha de Juniti, Juliana Saito, trabalha em seu gabinete na presidência do STJ.
Respostas de 21
Analisando essa cadeia hereditária Quero me livrar dessa situação precária (2x) Onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre E o motivo todo mundo já conhece, E que o de cima sobe e o de baixo desce… Xibom Bombom – As Meninas.
É assim que funciona. Toma lá dá cá.
Assim foi o Lula. "É dando que se recebe." Grande retribuição!
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Dependente de militar removido tem direito à transferência para instituição de ensino na localidade de destino
https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/10/dependente-de-militar-removido-tem.html
CCJ aprova possibilidade de militar dos estados acumular cargo na educação e saúde
https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/10/ccj-aprova-possibilidade-de-militar-dos.html
STM condena médico por receber irregularmente proventos de invalidez da Aeronáutica por quase 30 anos
https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/10/stm-condena-medico-por-receber.html
TRF4 confirma sentença que condenou a União a indenizar militar por erro médico
https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/10/trf4-confirma-sentenca-que-condenou.html
hummmm…
bobinhos somos nois….
Normal gente…
Isso é brasil…kkkk
É assim que a banda toca…
http://odia.ig.com.br/economia/2016-10-24/regras-de-militar-ficam-fora-da-reforma-da-previdencia.html
http://www.defesaaereanaval.com.br/parque-regional-de-motomecanizacao3-o-berco-dos-blindados-no-brasil/
https://flaviamellol.wordpress.com/2016/10/17/a-relacao-entre-a-midia-e-as-forcas-de-paz-no-haiti/
É vergonhoso. Tanto para a Justiça que é um cabide de empregos, tanto para o Brigadeiro e sua filha. Ficou mal acostumado no governo do PT.
O EB vai fazer a segurança ?
http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/rio-tera-olimpiada-lgbt-com-direito-salto-na-vara.html
Filho de pobre "come o pão que o diabo amassou" para conseguir um bom emprego, mas para esse pessoal não, tudo é através do "jeitinho brasileiro". Assim é fácil!!!
E eu achando que apenas "milicos" davam valor a esses pedaços de latas (medalhas e comendas)!!
Não pode?
Essa mina tem futuro…mas não tem moral.
Que baixaria! Para este nosso querido Brasil voltar a ser uma pátria de todos, urge a prisão de Lula, Dilma,Renan,e seus Lacaios.Além da aprovação do projeto da não indicação para o STF por parte dos presidentes.
Do G1 São Paulo
O sargento do Exército brasileiro Vicente Medeiros, de 46 anos, morreu no Haiti nesta semana na base temporária brasileira na cidade de Les Cayes, no sul haitiano, fortemente destruída após a passagem do furacão Matthew. O furacão deixou ao menos 473 mortos e 75 desaparecidos, conforme balanço provisório oficial.
Medeiros atuava na tropa de engenharia e foi encontrado desacordado dentro da base do Brasil por volta das 13h30 de segunda-feira (17). A unidade foi construída em contêiners para ajudar as pessoas desabrigadas e abrir estradas que haviam sido bloqueadas após a passagem do furacão.
Segundo o coronel Sebastião Roberto de Oliveira, comandante do Batalhão Brasileiro no Haiti, ele foi, provavelmente, vítima de uma parada cardiorrespiratória.
O sargento é considerado o 21º militar brasileiro a morrer integrando a missão de paz da ONU no Haiti, chamada de Minustah. O Brasil lidera militarmente a operação desde que ela foi criada, em 2004, em meio a um caos político e institucional que levou à queda do então presidente Jean Betrand Aristides e a um princípio de guerra civil.
O 2º sargento Vicente recebeu os primeiros socorros de colegas em Les Cayes e foi levado de helicóptero para um hospital militar em Porto Príncipe, a capital haitiana, mas não resistiu. O corpo passou por autópsia na República Dominicana, de onde será transladado para o Rio de Janeiro, onde reside a família.
Antes de seguir ao Haiti, onde integrava o 24º Contingente Brasileiro, o sargento servia no Hospital Central do Exército, em Benfica, no Rio.
O Exército informou que ele passou por todos os treinamentos, testes e exames previstos para integrar a Minustah. Durante seu período no Haiti, "o referido militar sempre desempenhou suas atividades sem queixas, nem nada o desabonasse".
Segundo informacoes dadas e
"A Companhia Brasileira de Engenharia de Força de Paz (BraEngCoy) manifesta as condolências à família do sargento Vicente, que cumprindo a missão que a sociedade e o Exército lhe confiaram, deu a própria vida, trabalhando para garantir o desenvolvimento e o bem-estar do povo haitiano", informou o Exército em nota.
Foram instaurados procedimentos para investigar o ocorrido, dentro das normas da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Brasil, para esclarecer o que ocorreu.
O Itamaraty informa que a embaixada em Porto Príncipe está trabalhando para facilitar as providências de traslado do corpo.
A Ordem do Mérito Aeronáutico é uma honraria concedida pela FAB às personalidades civis que prestam algum tipo de contribuição à Aeronáutica (alguns oficiais militares também recebem a distinção).
Realizada na Base Aérea de Brasília, a cerimônia foi presidida pelo comandante Juniti Saito, que liderou a corporação entre os anos de 2007 e 2015. Agraciada com a comenda, Laurita Vaz soube retribuir tamanha gentileza. Atualmente, a filha de Juniti, Juliana Saito, trabalha em seu gabinete na presidência do STJ.
AUDITORES DA RECEITA FEDERAL CONTESTAM REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Publicado em 11/02/2016 – 11:34 Vera BatistaSem categoria
A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) divulgou nota informando que vê com preocupação a intenção do governo de, mais uma vez, modificar as regras para concessão das aposentadorias na Previdência Social.
“Não bastasse a crueldade do fator previdenciário ainda em vigor e o progressivo rigor na concessão de pensões por morte, agora o Palácio do Planalto quer estabelecer uma idade mínima para aposentadoria”, reclamou a entidade.
Como é possível falar em idade mínima em um país com dimensões continentais e profundas desigualdades regionais em termos sociais e econômicos?, questionou Anfip, ao enfatizar que a Previdência Social paga mensalmente 32,6 milhões de benefícios, entre aposentadorias, pensões, auxílios e outros benefícios assistenciais. Destes, somente 5,4 milhões são por tempo de contribuição, ou cerca de 17% do total. O estabelecimento de idade mínima estaria direcionado para estas aposentadorias, que incluem percentual pequeno do total de pagamentos previdenciários.
“É preciso ressaltar também que o subsistema urbano é superavitário, mas o rural apresenta deficit. Em 2015, enquanto a Previdência do trabalhador da cidade registrou saldo positivo de R$ 5,1 bilhões, no campo a conta ficou negativa em R$ 91 bilhões. Por uma questão de justiça social, o trabalhador rural se aposenta em condições diferenciadas”, diz a nota. Segundo a Anfip, uma possibilidade para melhorar os números do segmento é convocar o agronegócio a contribuir para a redução do desequilíbrio.
Orçamento é superavitário
Se, por um lado, a possibilidade de aprovação no Congresso Nacional de idade mínima em meio à atual crise política e em pleno ano eleitoral é pequena, por outro, é preciso fazer a discussão a partir de dados corretos.
Um ponto essencial, que o governo insiste em omitir, diz a Anfip, é que a Previdência Social faz parte de um sistema com orçamento superavitário. Ao lado da saúde e da assistência social, a Previdência compõe a Seguridade Social brasileira, modelo estabelecido na Constituição Federal.
Há quinze anos a Anfip comprova, ano após ano, que a Seguridade é superavitária. Em 2014, por exemplo, o saldo positivo foi de R$ 53,9 bilhões (leia aqui o estudo completo).
“Também é preciso dizer que o governo desfalca reiteradamente o orçamento do setor. Anualmente, cerca de R$ 30 bilhões saem do caixa para incentivar diversos setores da economia por meio de renúncias previdenciárias (empresas que pagam alíquotas menores ou estão isentas)”.
Para a Anfip, antes de propor reforma ou idade mínima, é preciso que os ocupantes do Executivo atuem com transparência na divulgação das contas da Previdência. “Também é hora de o governo parar de retirar recursos da Seguridade Social para garantir superavit primário e bancar o serviço da dívida pública”.
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Uma medalha e uma conversinha de pé de ouvido= um emprego bem remunerado para a filha!