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A ‘boquinha’ de Ideli Salvatti em Washington está com os dias contados.
A ex-ministra foi nomeada por Dilma como representante do Governo na OEA, da ONU, no comitê de Acesso a
Direitos e Equidade. Segundo o jornalista Leandro Mazini, da Coluna Esplanada (UOL), o trabalho poderia ser feito de Brasília, com
viagens esporádicas aos Estados Unidos.
Para que o marido de Ideli, o segundo-tenente músico Jefferson
Figueiredo, pudesse acompanhar a esposa, Jaques Wagner o nomeou em setembro passado ajudante da Subsecretaria de
Serviços Administrativos e de Conferências na Junta Interamericana de
Defesa. O cargo de aspone com grife rende ao militar rendimentos de aproximadamente R$ 30 mil, pelo câmbio de hoje.
O casal deve ser defenestrado do cabide em terras do Tio Sam pelo governo Temer.
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