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Lembram dessa nota no blog, em 11 de abril?

Tá feia a coisa! Militares correm o risco de não receber ‘reajuste’ em agosto

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Exército já considera a possibilidade de que o ‘reajuste’ de 5,5 % nos
vencimentos dos militares não seja pago em agosto, como previsto. Na
esteira da crise econômica, a verba – prevista no orçamento – corre o
risco de não ser disponibilizada.
Pensando bem…

O chefe do Estado-Maior do Exército sabia mais do que disse aos novos
generais, quando se referiu à ‘penosa situação’ dos vencimentos dos
militares.

Leiam o que a jornalista Alessandra Horto, de O Dia publicou na Coluna do Servidor do último sábado:

Ofensiva para garantir reajuste salarial

Lideranças sindicais da
Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef)
prometem ofensiva nesta semana na Câmara dos Deputados para garantir a
aprovação dos projetos de lei que vão assegurar o pagamento do reajuste
salarial em agosto. A corrida é contra o tempo, já que a partir de
quarta-feira um eventual governo Michel Temer (PMDB) pode pôr em risco a
execução do pagamento das correções salariais.

O secretário geral da Condsef, Sérgio Ronaldo, afirmou à coluna que
não há hipótese dos servidores federais sofrerem qualquer tipo de
mudança no que já está assinado e acordado por conta da mudança na
Presidência: “O acordo foi assinado com a instituição do Estado e não
com a presidente Dilma Rousseff. Se houver quebra deste contrato a
resposta será muito simples: vamos fazer uma greve geral. Já mostramos
que somos capazes de parar a máquina”. A Condsef tem em sua base 800 mil
servidores públicos federais.

Os aumentos já estão previstos no Orçamento de 2016. Ao todo são seis
projetos de lei que tramitam na Câmara. O impacto total até 2019 será
de R$ 32,2 bilhões. Neste ano, o custo do reajuste salarial será de R$
5,3 bilhões. Em agosto o índice de correção será de 5,5%. Os números são
do pessoal do Poder Executivo. O reajuste do Judiciário também depende
de aprovação no Congresso.

ESTADO MÍNIMO
Sérgio Ronaldo lembrou da época em que o país era governado pelo PSDB e
declarou que o funcionalismo não pode ficar sem reajuste com a “desculpa
da grave crise”: “Não vamos levar essa culpa. Os servidores precisam de
valorização. Na Era FHC passamos anos sem reajustes, vivendo uma
política de Estado mínimo. Não queremos reviver isso”.

SEM VALOR
O sindicalista apontou que qualquer decisão de Michel Temer (PMDB) que
venha prejudicar o funcionalismo será “ilegítima”: “Não vamos respeitar
atitudes que subtraiam direitos adquiridos nem mesmo que tire o reajuste
acordado. Ele optou pelo caminho curto, sem voto popular, pelo golpe e,
por isso, não haverá qualquer valor da nossa parte”.

PELA IGUALDADE
Um dos argumentos que serão utilizados para convencer os parlamentares
será de que a Câmara já aprovou regime de urgência para apreciação dos
projetos de lei que reajustam salários e subsídios dos servidores do
Poder Judiciário, do Ministério Público da União e dos ministros do
Supremo Tribunal Federal. Estes devem ser votados em 15 dias.

Aos milicos resta apostar na mobilização dos servidores, se bem que os chefes – sabemos todos – continuam preocupados.

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