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Voz da Tropa
A guerreira Kelma Costa mantém o foco nas causas militares e é pré- candidata a vereadora pelo PHS (Partido Humanista da Solidariedade) em sua terra natal, Juiz de Fora (MG).
Kelma, que vem batalhando há anos em prol dos fardados, não obteve o reconhecimento devido nas eleições de 2014, quando concorreu à Câmara pelo PTdoB. Foram apenas 4.222 votos para deputada federal. 
Cacife eleitoral
Insuficiente quando se fala em vaga no Congresso, a votação de Kelma a credencia para aspirar a vereança.  Dos 4.214 votos que obteve em 2014, 1.459 vieram de Juiz de Fora. Vereador menos votado entre os eleitos de 2012, o professor Jucélio (PSB) conquistou seu mandato com 1.452 votos. A partir do número expressivo de eleitores que a apoiaram para deputada, a ‘Voz da Tropa’ tem grandes chances de conseguir um mandato como vereadora em sua cidade.
Vereadora? Para quê?
Antes que comecem a pipocar comentários sobre a inutilidade de um vereador quando se fala em avanços aos militares das Forças Armadas, lembro que a força de qualquer parlamentar federal está nas suas bases, no seu município. É lá que tudo começa, e os vereadores são parte fundamental nesse processo. 
O início de tudo
Nunca é demais recordar: o movimento dos militares do Quadro Especial – que culminou com a promoção a Segundo Sargento – iniciou-se através de contatos com integrantes da assessoria parlamentar do deputado gaúcho Paulo Pimenta (PT) em Santa Maria, seu principal reduto eleitoral, 
Regra do jogo
Politizar-se e participar do jogo democrático é a alternativa para os militares. É isso ou continuar reclamando nos alojamentos da vida, esperando que os chefes – sempre preocupados! – façam algo pela tropa.
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