Após temporal, prefeito de Porto Alegre pede ajuda ao Exército para reparar estragos

Prefeitura deve pedir ajuda do exército para normalizar cidade
Prioridade é restabelecer água e energia para bairros mais atingidos
Porto Alegre (RS) – O prefeito em exercício, Sebastião Melo, afirmou à Rádio Guaíba na manhã deste sábado que vai pedir ajuda do Exército para ajudar a normalizar a situação de Porto Alegre após o forte temporal da noite de sexta-feira. “Os estragos foram muito grandes, mas as prioridades são restabelecer energia na cidade, principalmente nos locais que determinam o abastecimento de água; remover tantas árvores quanto for possível; reforçar os agentes de trânsito e também limpar as vias”, disse.
Nesta tarde, a prefeitura vai se reunir com a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), o Corpo de Bombeiros, a Brigada Militar e o Exército, com o qual já há contato desde as primeiras horas da manhã, para criar um plano de esforço concentrado para recuperar a capital gaúcha, que tem áreas sem luz e sem água há mais de 12 horas. As áreas mais atingidas ganharão atenção especial nestes primeiros momentos.
Dentre as medidas já tomadas está o cancelamento do carnaval de rua da Cidade Baixa, um dos bairros mais castigados pelos ventos e pela tempestade. “Nós achamos que era inaquadequado realizar o evento, conversamos com os blocos e, portanto, não teremos carnaval de rua neste sábado”, assegurou Sebastião Melo.
Melo também comentou que é possível pedir um decreto de emergência, mas que, no momento, a maior preocupação da prefeitura é tentar arrumar os maiores estragos causados ainda neste sábado para maior conforto e tranquilidade da população. “Se for necessário fazer, faremos”, falou, não descartando um futuro pedido.
No início da tarde, Sebastião Melo e Paulo de Tarso, presidente da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), vão sobrevoar Porto Alegre para ter maior dimensão da situação e focar o trabalho de restabelecimento de energia. O prefeito em exercício também pede que a população colabore e racione água, já que não há prazo definido para normalização dos serviços.
Correio do Povo/montedo.com

Respostas de 8

  1. Porque não chamam aquele que queriam pintar o carro deagora combate de rosa, pintam a cidade de rosa , façam alguma coisa pela cidade bando de ….

  2. Danou-se! Chamem os sem teto, sem terra e sem caráter para ajudar. Roubaram todo o dinheiro e sacanearam os militares e agora querem ajuda??

  3. Eu fico imaginando se as "garotas de programa", no sentido amplo da palavra, entrarem de greve…quem será q vão chamar pra substitir…o exercito????

  4. Absurdo isso… Temos que reagir na forma da lei e exigir a reação dos Cmts contra estas aplicabilidades da tropa que não sejam em situações de calamidade pública. Neste caso, houve a destruição do patrimônio público e privado, porém isto não pode ser considerado calamidade. Os militares não recebem nenhum tipo de gratificação sob periculosidade ou insalubridade e o que é pior, ficarão à míngua se alguma enfermidade lhes vier a ser acometida.

  5. TODOS chamam as Forças Armadas quando precisam mas na hora de aumento de salários,sempre votam contra ! Deveriam chamar o exército do Stédile !

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