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Publicação original: 24/10 (22h53min)
Atualização: 25/10 (9h)

A 6ª Divisão do Exército [3ª Divisão de Exército], com sede em Santa Maria, prestará homenagem pública e póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Será nesta segunda-feira, às 11 horas, no patio de formatura do 6º Batalhão de Infantaria Blindada [Blindado]. Brilhante Ustra era filho de Santa Maria. Foi ele e sua família quem deram “salvo conduto” ao peremptório petista “grilo falante” e poeta onanista e tenente artilheiro Tarso Genro para que voltasse de seu “auto exílio” em Rivera, no Uruguai. Brilhante Ustra tinha o apelido de “Bandão”. Seu irmão, advogado e professor de Direito, conhecido como “Bandinha”, é quem se encarregou de ir buscar Tarso Genro, de carro, em Rivera, e reconduzí-lo de volta a Santa Maria. Ao chegar na cidade, Tarso Genro foi prestar serviço militar no CPOR local, que funcionava no Regimento Mallet, da arma da Artilharia. Ele foi um caso único em seu curso de oficial da reserva do Exército brasileiro: desapareceu do quartel por dez dias, sem ter sofrido um processo por deserção. O fato está documentado no livro da turma do ano de 1967 no regimento Mallet. 
Quando chefiou a Operação Bandeirantes, do Doi-Codi, que funcionava na delegacia de polícia da rua Tutóia, no bairro do Paraíso, em São Paulo, na década de 70, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra era conhecido pelo codinome de Dr. Tibiriçá. As famílias Genro e Ustra tinha relacionamentos muito próximos. Um irmão de Tarso Genro, Adelmo, que morreu vítima de Aids, foi casado com uma sobrinha do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.
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