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O adiamento do reajuste dos servidores da União de janeiro para agosto de 2016 não se aplica aos militares. Refere-se aos 21,3% concedidos ao funcionalismo, em quatro parcelas anuais até 2019. Com o adiamento, o governo pretende economizar R$ 7 bilhões.
Ao contrário dos civis, o reajuste das Forças Armadas não foi anunciado oficialmente. Em 7 de agosto,  ao responder à um questionamento no programa Comandante Responde, o General Villas Bôas informou que a “expansão salarial” deveria ser de 25%, parcelados em quatro anos, contra os 21% concedidos ao funcionalismo público. O comandante disse que havia uma “definição, não anunciada ainda”.

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De lá para cá, não houve anúncio oficial. Portanto, o governo não pode adiar aquilo que não foi concretizado.
Tradicionalmente, a primeira parcela do reajuste dos militares tem sido paga em março, diferentemente do servidores civis, que a recebem em janeiro. Não há porque alimentar ilusões: dificilmente os milicos escaparão da ‘pedalada’ nos soldos. Em todo caso, é esperar para ver.

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