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Fortunati vai sugerir a Sartori pedir ajuda a Força Nacional e Exército
Prefeito disse que Estado está se afogando e precisa de soluções imediatas
Fortunati quer Força Nacional e Exército auxiliando na segurança  | Foto: Ricardo Giusti / PMPA / Divulgação / CP
Fortunati quer Força Nacional e Exército auxiliando na segurança | Foto: Ricardo Giusti / PMPA / Divulgação / CP
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, solicitou uma reunião com o governador do Estado, José Ivo Sartori, para tratar a questão da Segurança na Capital. Nesta terça-feira, Fortunati adiantou que vai sugerir que o Piratini peça para o governo federal enviar ajuda da Força Nacional e do Exército.
“A sociedade está com medo, vejo uma cidade muito preocupada com a questão da Segurança. Por isso temos de agir. Tive várias reuniões com o comando maior da Secretária da Segurança e pedi uma audiência com o Sartori para tentar ser colaborativo. Entre elas está solicitar apoio do governo federal da Força Nacional e a presença do Exército nas nossas ruas. Tenho convicção de que o exército não está devidamente preparado, mas o policiamento ostensivo pode muito ajudar a dar a tranquilidade que a população precisam”, disse.
“O governo hoje tem dificuldade para pagar os salários. Os servidores estão fazendo uma operação padrão, o que dificulta muitos as ações. Não podemos ficar contando apenas com esses servidores. É necessário que novos elementos sejam acionados. Neste momento, a única coisa que percebo é a Força Nacional e do exército, o que acontece nos grandes eventos. Ele estiveram na Copa do Mundo e isso nos daria uma proteção”, completou
O pedido de reunião foi feito no final de semana. Fortunati afirmou ainda não ter a confirmação da data do encontro. O prefeito disse entender as dificuldades que o Estado tem passado, mas disse o Rio Grande do Sul está se “afogando” e precisa de uma medida rápida para combater a sensação de insegurança da população.
“O governador tem feito movimentações com os demais poderes. Foi até o Supremo Tribunal Federal questionar a dívida, tem feito a sua parte, o que é necessário. Dá para perceber que o que foi feito tem sido insuficiente para darmos tranquilidade à população. Temos que adicionar novos fatos. O Rio Grande do Sul está se afogando, não adianta pensar na busca de um navio que vai demorar cinco anos, temos que acionar um bote salva-vidas de forma imediata para que a população se sinta segura”, analisou.
CORREIO DO POVO/montedo.com
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