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Família de soldado se diz aliviada com resultado do julgamento.
Condenado assassinou vítima na base aérea de Porto Velho.

Alisson Renan Gonçalves de Oliveira foi morto quando saia do serviço, na Base Aérea de Porto Velho. (Foto: Suzi Rocha/G1)Do G1 RO
O recruta acusado de assassinar o soldado da Base Aérea de Porto Velho (BAPV) Alisson Renan de Oliveira, de 22 anos, foi julgado e condenado a 12 anos de prisão em regime fechado. A princípio, a sentença, proferida na última sexta-feira (27), foi de 18 anos de detenção, mas a pena foi reduzida após a defesa alegar insanidade mental do réu e argumentar que ele já está detido desde o dia do crime. O homicídio aconteceu na guarita do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), em frente ao Aeroporto Internacional Jorge Teixeira, no dia 12 de fevereiro de 2014.
Para os pais da vítima, a sentença não traz o filho de volta à vida, mas os familiares se dizem aliviados em saber que o condenado será punido. “Queríamos a pena máxima, porque o tempo de prisão não paga uma vida perdida. Mas esperamos que o procurador recorra para o réu ficar mais tempo detido, porque ele foi covarde ao cometer o crime”, avalia Maria do Socorro, mãe de Alisson.

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Já o pai do soldado diz que, em comparação a outros casos semelhantes já divulgados na mídia, se tranquiliza ao saber que o culpado será punido. “A justiça humana foi feita, serão 12 anos sem direito a regalias. Isso não vai trazer meu filho de volta, mas o condenado pensará duas vezes antes de querer fazer qualquer outra coisa do tipo”, conclui Antônio Oliveira.
O réu foi encaminhado para o presídio de Manaus (AM), onde deverá cumprir a pena. O julgamento foi realizado pela 12ª Região do Comando Militar, localizada na capital amazonense, que rege os estados do Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia.
G1/montedo.com
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