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Maiquel de Almeida Guilherme era procurado pela Brigada Militar | Foto: Divulgação / BM / CP
Maiquel de Almeida Guilherme era procurado pela Brigada Militar 
| Foto: Divulgação / BM / CP
Maiquel de Almeida Guilherme estava em carro clonado na Zona Norte de Porto Alegre

Samantha Klein/Rádio Guaíba
O ex-policial Maiquel de Almeida Guilherme, condenado pela morte do coronel reformado do Exército Júlio Miguel Molina Dias, foi recapturado na tarde deste sábado, depois de ter fugido do Batalhão de Polícia de Guarda no início de dezembro. A prisão foi possível após investigação da Corregedoria da Brigada Militar.
O foragido foi interceptado no bairro São Geraldo, nas proximidades da Academia de Polícia Civil, dentro de um carro clonado. Ele não reagiu à abordagem dos policiais do 11º BPM e Corregedoria. Maiquel foi encaminhado novamente ao presídio.
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Guilherme foi condenado a 22 anos de prisão pelo homicídio do coronel, ocorrido em 2012. Ele cumpria pena desde dezembro daquele ano quando conseguiu fugir do presídio da Brigada Militar. Ele é acusado de ter participado do roubo de armas na casa do coronel Molina, com o também ex-PM Denys Pereira da Silva.
Silva está preso no Presídio Central da Capital, por ter sido excluído da Brigada Militar na época do crime. Guilherme permanecia em prisão militar porque o processo de exclusão se estende até hoje, já que ele exercia funções há mais de cinco anos na corporação.
A Justiça considerou o crime como latrocínio e rejeitou as hipóteses de motivação política ou passional. Molina foi comandante do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em 1981, ano do Atentado do Riocentro, no Rio de Janeiro. O órgão de repressão foi apontado como sendo responsável pelo episódio.
CORREIO do POVO/montedo.com
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