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Ação faz parte da Operação Amazônia, realizada pelo Ministério da Defesa.
Lançadores de mísseis e helicópteros especiais foram utilizados no exercício.
Embarcação com lançador de míssil foi utilizada durante na Operação de combate (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Embarcação com lançador de míssil foi utilizada durante na Operação de combate (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Camila Henriques
Do G1 AM
Uma operação das Forças Armadas simulou uma invasão noturna à Usina Termelétrica (UTE) Mauá 3, situada no bairro Mauazinho, na Zona Leste de Manaus, na manhã desta sexta-feira (17). O exercício faz parte da Operação Amazônia 2014, realizada pelo Ministério da Defesa desde o dia 10 de outubro, com o objetivo de treinar tropas e verificar as condições de defesa em casos de possíveis ataques à região, especialmente nas áreas de fronteiras.
A operação contou com suporte dos navios-patrulha fluvial Raposo Tavares e Amapá, das embarcações da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, das aeronaves modelo Esquilo do 3º Esquadrão de Helicópteros de emprego geral, das lanchas e embarcações de Transporte de Tropa do Batalhão de Operações Ribeirinhas, além de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FÁB) – sendo um Bláck Hawk e dois A-29 – e mergulhadores de combate.
“Estamos na terceira fase da Operação Amazônia 2014. Criamos uma situação hipotética sobre defesa de estruturas estratégicas. Não deixa de ser um adestramento para as três Forças, inclusive para as tropas do Sul do país que vieram trabalhar em conjunto”, sintetizou o General de Exército Guilherme Cals Theóphilo Gaspar de Oliveira.
Durante simulado, homens conseguem deter invadores (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Durante simulado, homens conseguem deter invadores (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Simulação
Helicóptero Bláck Hawk realizou o procedimento conhecido como "helocasting", que consiste no lançamento de mergulhadores de combate  (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Helicóptero Bláck Hawk durante “helocasting”
(Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Durante a simulação, um helicóptero Black Hawk realizou o procedimento conhecido como “helocasting”, que consiste no lançamento de mergulhadores de combate da Marinha para invasão de terras – no caso, a Termoelétrica. A presença dos mergulhadores aciona um alarme no local, que detona um explosivo. Esse sistema é disposto em todo o trecho que ronda a Termoelétrica, proporcionando a deflagração de alarme antecipado à possível ameaça vindo de área fluvial.
A simulação mostra que embarcações de transporte de tropa (ETT) começam buscas por outros grupos de mergulhadores que possam estar na região. Ao perceberem a presença das Forças Armadas tanto em terra quanto em rio, os invasores se rendem. Eles são aprisionados pelas tropas que protegem a Termoelétrica.
No entanto, os invasores tentam mais uma vez adentrar o local. O Sistema de Defesa Aeroespacial da terra que compreende a Termoelétrica detecta duas aeronaves de Ataque. Militares do 2º grupo de defesa Antiaéreo da Força Aérea são distribuídos ao redor da estrutura a ser protegida, portando lançadores de mísseis.
Operação foi realizada na Zona Leste de Manaus nesta sexta (17) (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Operação foi realizada na Zona Leste de Manaus nesta sexta (17) (Foto: Camila Henriques/G1 AM
As aeronaves inimigas realizam um bombardeio para destruir as instalações do alvo. Após o contra-ataque, a defesa antiaérea consegue alvejar uma aeronave; a outra é atingida por caças. Apesar de a Termoelétrica sofrer alguns danos, o fornecimento de energia para Manaus não foi afetado.
G1/montedo.com
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