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Mais de 30% dos crimes militares na Auditoria da Capital são por uso e tráfico de drogas
Imagem ilustrativa
Campo Grande (MS) – O estado de Mato Grosso do Sul apresenta alto índice de contrabando e tráfico de drogas. Foram apontados 18 pontos da fronteira do Brasil como os principais corredores do tráfico de armas e drogas. Segundo a CPI da Violência Urbana da Câmara dos Deputados, Mato Grosso do Sul acumula sete desses pontos de vulnerabilidade.
Os municípios de Corumbá, Bela Vista, Ponta Porã, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas e Mundo Novo são registrados como os corredores de tráfico na fronteira do Paraguai com o Mato Grosso do Sul.
Esse contexto da entrada e trânsito de drogas reflete também dentro dos quartéis das Forças Armadas no estado. Não é à toa que dos crimes constantemente processados e julgados na Auditoria de Campo Grande – a primeira instância da Justiça Militar da União com jurisdição em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, é aquele previsto do artigo 290 do Código Penal Militar: uso e porte de entorpecentes dentro de instalações militares.
Maconha no CMO
Na última terça-feira (22), os juízes do Conselho de Justiça da Auditoria de Campo Grande apreciaram mais um caso de militar do Exército flagrado portando maconha dentro do quartel.
O Ministério Público Militar denunciou um recruta do Exército, lotado na 2ª Companhia de Apoio do Comando Militar do Oeste, sediado na capital.
De acordo com a peça acusatória da promotoria, no início de junho deste ano, durante uma revista de armários dos alojamentos dos soldados, o acusado, que guardava um cigarro de maconha consigo, desfez-se dele jogando dentro de um cesto de lixo do alojamento, no intuito de evitar o flagrante.
Descoberto, ele foi preso em flagrante por uso de substância entorpecente dentro de instalações militares.
a crítica/montedo.com
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