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Rio de Janeiro (RJ) – Alguns integrantes do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), foram a um bar da Ilha do Governador, ontem à noite. Notando o corte de cabelo, o dono perguntou se eram fuzileiros. Ao confirmarem que sim, foram orientados a se retirar pois, segundo o comerciante, a ordem dos traficantes é matar “qualquer naval que der mole na área”.
Os militares querem que o comandante do CIASC libere a tropa do corte de cabelo e estão evitando andar com a identidade militar, assim como exibir brasões identificativos de qualquer natureza, em carteiras, mochilas, camisetas, etc.
Locais críticos, como a estrada das Canárias, alvo de arrastões, também estão sendo evitados.
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