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Washington, 28 dez (EFE).- Mais da metade das soldados no curso de instrução básica da Infantaria da Marinha falhou na prova física de levantar seu próprio peso pelo menos três vezes, atividade considerada requisito mínimo, informou neste sábado o Pentágono.
O Pentágono iniciou provas nas diferentes galhos das Forças Armadas dos EUA para incorporar gradualmente às mulheres em postos de combate, aos que são hoje oficialmente vedadas.
A partir de 1º de janeiro todas as recrutas deviam completar o teste de força física, fazendo barra e levantando pelo menos três vezes o peso do próprio corpo.
Em uma breve mensagem na rede social e no programa de televisão da Infantaria da Marinha, a cabo primeiro Ally Beiswanger explicou que a prova de “pullups” foi adiada para uma data ainda não determinada do ano que vem “para permitir que todas as soldados tenham a melhor oportunidade de sair bem-sucedidas”.
Nesse exercício se considera uma pontuação elevada a repetição entre 20 e 25 vezes, e o mínimo é de três. 55% das recrutas não conseguiram fazer a quantidade mínima de exercícios exigida pelo teste.
A Infantaria da Marinha usou esse exercício como prova da força no tronco do corpo humano e dos braços, durante mais de 40 anos, e considera essa destreza e força como essenciais para que cada soldado possa sair de uma situação como um pântano, ou para pular um muro ou carregar uma caixa de balas.
Durante anos para as recrutas a Infantaria da Marinha usou uma medida diferente que consiste em a soldado conseguir se levantar pelo menos uma vez e sustente o queixo acima da barra durante pelo menos 15 segundos.
Mas, sob as instruções do Pentágono, está prevê em 2016 que a infantaria da marinha e o exército incorporarão as mulheres em suas unidades de infantaria, blindados e artilharia.
Os resultados destas provas reavivaram o debate não só sobre a conveniência de enviar mulheres à linha de combate, mas sobre a capacidade delas para carregar armas, munição, equipes e seus colegas da mesma maneira que fazem os homens.
Milharesde mulheres serviram já em postos de combate durante os mais de 12 anos de guerras no Iraque e Afeganistão, e muitas delas se queixam porque a proibição oficial do serviço em combate impede que obtenham os mesmos reconhecimentos e promoções que os homens. EFE
Boa Informação/montedo.com
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