Substituição de ministro frustra Forças Armadas

Osni Alves
A expectativa dos oficiais superiores das Forças Armadas do Brasil de verem o atual ministro da Defesa, Celso Amorim, deixar a pasta e reassumir o ministério de Relações Exteriores, no lugar de Antonio Patriota, que pediu saída do governo no noite desta segunda-feira, acabou de ser frustrada. Isto porque Patriota foi imediatamente substituído pelo embaixador Luiz Alberto Figueiredo, representante do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU).
Apesar do bom relacionamento entre Amorim e os oficiais superiores das Forças Armadas, estes aguardam a possibilidade de um novo ministro à frente da Defesa, com perfil mais adequado para pleitear as principais demandas do bloco que, supostamente, estão preteridas pelo governo, entre elas, a volta do auxílio moradia, pagamento da dívida dos 28,86% e recuperação do valor de compra dos soldos.
Patriota caiu (do ministério) após o episódio envolvendo o senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava asilado havia um ano na embaixada brasileira em La Paz e foi trazido para o Brasil em um carro oficial brasileiro, embora não tivesse autorização do governo boliviano para deixar o país. A situação gerou um “desconforto diplomático” e culminou com a saída de Patriota.
Força Militar (O Dia)-montedo.com

Comento: típica notícia ‘me engana que eu gosto’.

5 respostas

  1. Típica notícia "adaptada" pelo O DIA pra vender jornal. Os comandos militares não querem outro ministro para poderem reivindicar nada. Eles querem o Amorim fora porque ele é um representante dos vermelhos. Só por isso: birra ideológica.

  2. Os que já estão são muito ruins, e como as coisas só pioram para o lado dos milicos, é melhor deixar ele que já deve ter aprendido alguma coisa da pasta. Vai que entra outro de "paraquedas" sem saber nada de nada e volta tudo a estaca zero.

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