Brigada Paraquedista monta QG em Copacabana para segurança do Papa

Na orla, militares distribuem decálogo com dicas de segurança para peregrinos
Paraquedistas desembarcam na Escola Municipal Alencastro Guimarães, na Praça Cardeal Arcoverde, em Copacabana, o novo QG da JMJ Foto: Vera Araújo
Paraquedistas desembarcam na Escola Municipal Alencastro Guimarães, na Praça Cardeal Arcoverde, em Copacabana, o novo QG da JMJ  – Vera Araújo
VERA ARAÚJO
RIO – Militares da Brigada Paraquedista do Exército montaram seu Quartel General na Escola Municipal Alencastro Guimarães, na Praça Cardeal Arcoverde, em Copacabana. Desde a manhã deste sábado, a tropa especializada tem levado equipamentos e armamento para o local que servirá de base para as ações dos militares na segurança do Papa Francisco.
A estrutura de policiamento que seria montada em Pedra de Guaratiba foi trazida para Copacabana após a transferência dos eventos para a Zona Sul, devido ao alagamento do Campus Fidei, na Zona Oeste. Cerca de 150 militares desembarcaram até as 10h na escola, com a missão de patrulhar a orla e montar a base. Como a Polícia Militar também tem se concentrado nas imediações da Praça Cardeal Arcoverde, a região virou o QG da Jornada Mundial da Juventude.
Na orla, militares também recepcionam quem chega a Copacabana. Os peregrinos são orientados a chegar à praia pelas demais ruas transversais. Além de fotografar e filmar a movimentação, eles distribuem o “decálogo do peregrino”, com dicas sobre segurança e como se comportar durante o evento. Por um microfone, os militares leem o decálogo, editado em três idiomas (português, inglês e espanhol).
Quem chega pelo Túnel Novo está sendo recepcionado pela tropa da Polícia do Exercito, que formou uma barreira na Avenida Princesa Isabel. Os fiéis são orientados a entrar na Rua Barata Ribeiro e, a partir das ruas transversais, chegar à praia. Peregrinos estão chegando animados à praia e não questionam a orientação dos militares, que acabaram virando atração.
Muitos param para fazer fotos com os militares. Foi o caso de Felipe Macedo, de 19 anos, morador de Niterói.
— Eles também são brasileiros e estão aí trabalhando e dando segurança ao evento. Por isso quis fazer uma foto com eles. Para registrar este momento — disse o peregrino.
O Globo/montedo.com

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