Exército Brasileiro: estrutura confiável para treinar cibersoldados

Referências em TI
Exército Brasileiro: estrutura confiável para treinar cibersoldados
O Simulador de Operações de Guerra Cibernética (Simoc) foi feito em java e com ferramentas amigáveis para os exercícios e controle dos dos resultados

As guerras cibernéticas já ocorrem mundo a fora. O cenário tende a piorar e os países devem ter planos e agentes treinados para esses novos conflitos virtuais. O Exército Brasileiro recebeu da Presidência da República a missão de coordenar as ações de defesa cibernética. Para isso, precisava treinar militares das três forças armadas em simulações fiéis em redes de computadores.

A Decatron ajudou no desenvolvimento de um ambiente de TI de acordo com as exigências. O Simulador de Operações de Guerra Cibernética (Simoc) foi feito em Java e começou a ser utilizado em 2012, mostrando que é possível construir com exatidão o cenário de ataque de uma nação inimiga para desestabilizar a internet e corromper infraestruturas de outra. Veja o case completo, que foi finalista na categoria Segurança do Referências em TI 2013:
Desafio
A missão: coordenar as ações de defesa cibernética. Para isso, o Exército Brasileiro precisava treinar militares das três forças armadas em simulações fiéis em redes de computadores. A ferramenta também deveria dar condições para o instrutor acompanhar os exercícios e os alunos modificarem o ambiente de acordo com as necessidades. Tudo isso sem um custo elevado demais para o órgão.
Solução
A Decatron utilizou a virtualização para reforçar a capacidade de TI do exército. A infraestrutura ganhou em capacidade e confiabilidade. O cliente pode configurar a rede conforme a necessidade e sem depender de limitações físicas. O Simulador de Operações de Guerra Cibernética (Simoc) foi feito em java e com ferramentas amigáveis para os exercícios e controle dos dos resultados.
Resultados
O Simoc começou a ser utilizado em 2012 e mostrou que é possível construir com exatidão o cenário de ataque de uma nação inimiga para desestabilizar a Internet e corromper infraestruturas de outra. Os militares que participam do exercício podem alterar as condições da simulação, níveis de dificuldade e traçar melhores táticas de defesa em caso de cyberataque.
Como isso desenvolve o setor de TI
Um benefício adicional foi o Exército poder contar com uma solução de ponta sem depender da compra de simuladores de empresas estrangeiras. A Decatron conseguiu mostrar que a inovação e o atendimento à necessidade do cliente existem mesmo em soluções inovadores como o Simoc. A partir de agora, o cliente final tem uma das mais poderosas ferramentas de Simulação de Operações Cibernéticas do mundo.
* O vencedor da categoria foi a E-Val Tecnologia
CRN BRASIL/montedo.com

5 respostas

  1. Mais um dia no glorioso exército brasileiro de brancaleone…Qualquer hacker paisano gestor de sites de reputação questionável dá de 10 nos nerds verde-oliva. Como querem implantar um sistema robusto e confiável gastando pouco? Acorda Brasil, nem só de cangurus e polichinelos vive um exército. Nosso exército vive de bravatas e faz-de-contas para justificar a aplicação dos parcos recursos que recebe. Triste realidade.

  2. Falando em triste realidade, vamos fazer uma simples comparação. O exército yanque conta com "apenas" 9 divisões paraquedistas, enquanto em terras tupiniquins, temos uma simples brigada, que vive de "místicas". Neste mesmo exército (EUA) todo, eu disse todo, ou quase todo, militar, é para-quedista, tem noções de mergulho e em sua fase instrução o simples recruta executa mais de 60 mil disparos com todo o armamento em uso pela força. Em um ranking existente, eles não consideram um conflito com o Brasil, propriamente uma guerra. Enquanto isso, aqui no nosso glorioso EB, a tropa afogada em excelência gerencial colocando etiqueta até em assento de cadeira e fazendo expediente às sextas à tarde, sendo que no rancho dos soldados nem margarina existe no café da manhã. Nossos chefes/gestores (Of Gen, coronéis e afins que vivem no fantástico mundo de Brasília) são geniais, parabéns. (Ironicamente falando)

  3. Autoridades que lêem esse blog, parem de olhar para vossos umbigos, pensar em promoções e transferências felpudas, ou mesmo boquinhas em minístérios na reserva. Demonstrem o brio e a dedicação exclusiva que tanto cobram da tropa, deixando de serem servis e aduladores de paisanos e brigando por melhores condições de trabalho e salários. É muito fácil cobrar aquilo que não se costuma fazer, chamando isso de obrigação funcional. Sejam líderes verdadeiros e não chefes que impõe medo através de retaliações aos subordinados. O lado fraco da corda não têm mais apenas a 4ª série, e a justiça comum está ávida e sedenta.

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