“Tribunal inútil e perdulário”, diz ex-deputado sobre o STM

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STM: ‘inútil e perdulário’
O ex-deputado Inaldo Leitão (PP-PB) defende extinção do Superior Tribunal Militar (STM). Publicou um texto irado no seu perfil no Instagram: “tribunal inútil e perdulário, criado na época do Império por Dom João VI, que tem 15 ministros, 900 funcionários e custa ao povo R$ 430 milhões para julgar 100 processos anualmente”.
COLUNA ESPLANADA/montedo.com

10 respostas

  1. SÓ QUEM RECEBE ALGUMA VANTAGEM PODE CONCORDAR COM ESSE TRIBUNAL, POIS NO MÍNIMO DEVERIA REDUZIR O NUMERO DE MINISTROS E FUNCIONÁRIOS.

  2. Concordo em gênero, número e grau!
    O fato de ser um Tribunal histórico não pode ser justificativa para manter esse cabidão de emprego para generais…são 900 funcionários concursados, e mais uns trezentos, no mínimo, em cargos de confiança sem concurso público. Cada Juiz Auditor tem direito a uma vaga de cargo de confiança com salário de analista mais um "DAS" , com direito a auxílio moradia de R$ 2800,00.
    Somem isso tido para vcs verem qto dá.
    Qdo atuava em Justiça militar pude constatar somente 70 processos por ano.
    O IDEAL SERIA MONTAR UMA VARA ESPECIALIZADA NA JUSTIÇA FEDERAL E ACABAR DE VEZ COM ESSA VERGONHA NACIONAL.
    Justiça colegiada formada por Oficiais sem curso de Direito, que na maioria das vezes absolve Oficiais para não macular a carreira deles e condena exemplarmente Praças. PUDE CONSTATAR NA PRÁTICA ESSA VERGONHA!
    Ministro Barbosa sei que o senhor é um leitor assíduo desse blog. Acabe de vez com esse cabidão de emprego já!

  3. O dia que um militar oficial ou praça for julgado na justiça comum ele vai se arrepender de cair na mão de um garoto, que não sabe nada da vida! De graças a deus de existir a justiça militar, só quem precisou é que sabe!

  4. Pior que não é tão simples transformar a justiça militar numa vara especializada da Justiça Federal: se eu não me engano, seria necessária uma PEC que enfrentasse o lobby do pessoal da JMU.
    Mas seria muito interessante tal situação, cito alguns motivos:
    1) É um absurdo não termos uma polícia investigativa para a atual JMU. Deixar para comandantes serem "delegados de polícia" é uma piada, pois ninguém investiga e abre IPM contra si mesmo ou contra companheiros, salvo se estiver louco; tal munus, pelo menos em tempo de paz, DEVERIA ser passado à Polícia Federal, a qual, diga-se de passagem, já investiga todos os demais órgãos da Administração Pública Federal, com qualidade de investigação, ou então que se passe todos os crimes impropriamente militares para a competência da PF.
    2) Economia e racionalização de meios.
    3) A Justiça Federal vive pedindo novos tribunais, se incorporassem a estrutura e pessoal da JMU seria meio caminho andado.
    4) Acabar com um tribunal inconstitucional, pois TODOS têm direito a serem julgados por Juízes que, no mínimo, conheçam a Lei! E não por oficiais retirados por sorteio de suas OM (uma coisa é ser JURADO num tribunal do Júri, outra BEM DIFERENTE é ser NOMEADO JUIZ TEMPORÁRIO (ou vitalício, no caso dos Generais do STM) sem ter a menor qualificação para isto).
    5) Não é pq um tribunal é "tradicional", "histórico", que ele não possa ser extinto ou incorporado; ora bolas, se tudo que fosse considerado "tradicional" não pudesse ser transformado para a realidade e misteres dos novos tempos, ainda viveríamos na Monarquia, não é mesmo? Na verdade, talvez ainda fôssemos colônia de Portugal…esse papo furado de "tribunal tradicional" não se sustenta em face da mais pífia argumentação…
    Parece-me que a sociedade brasileira anseia por novos tempos na política e na administração pública…vamos ver o que acontece…

  5. "O IDEAL SERIA MONTAR UMA VARA ESPECIALIZADA NA JUSTIÇA FEDERAL E ACABAR DE VEZ COM ESSA VERGONHA NACIONAL.

    Concordo plenamente com a observação supracitada!"

  6. Interessante como o nobre deputado não considera "inúteis e perdulários" os seus companheiros parlamentares que compõem as Comissões que estruturam o foro privilegiado pelo qual ELE PRÓPRIO é contemplado. Passarei a concordar com o fim da Justiça Militar quando ver extinto o foro privilegiado dos parlamentares.

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