De acordo com o Alto Comando do Exército, a situação dos protestos pode se agravar ainda mais e por isso não há como tranquilizar a presidente.
![]() |
| XI Reunião de Chefes de Organizações Militares de Telemática (Fonte da imagem: Reprodução/Exército) |
ELIANE CANTANHÊDE
COLUNISTA DA FOLHA
O Exército do Brasil está atento a tudo o que acontece nas manifestações que varreram o Brasil nas últimas semanas. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o trabalho da inteligência está focado nas redes sociais 24 horas por dia.
O acompanhamento é feito online porque as manifestações não têm líderes assumidos nem organicidade, e, dessa forma, o trabalho de infiltração fica prejudicado. E mais: o Exército concluiu que não existe segurança de que haverá um arrefecimento daqui em diante nas manifestações.
Reunião de cúpula
As informações foram reveladas na última sexta, quando o Alto Comando do Exército, que reúne os generais mais graduados da ativa, se encontrou para fazer um balanço das manifestações com a área de inteligência da força.
A reunião foi presidida pelo comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, com a participação dos comandantes das oito regiões militares do país. Eles fizeram um balanço das suas regiões e deram subsídios para que o ministro da Defesa, Celso Amorim, repasse à presidente Dilma.
Sem tranquilidade
Com base neste monitoramento, o Comando do Exército avaliou que não há como tranquilizar o ministro e a presidente de que o pior já passou. Ou seja, eles não descartam um novo agravamento da situação.
Segundo Cantanhêde, o Exército nega o termo “prontidão”, que significa aquartelamento excepcional de oficiais e soldados. Porém, a força afirma que há acompanhamento ininterrupto.
Próximos eventos
Os militares estão preocupados também com a Copa das Confederações e já afirmam estarem preparados para dois novos eventos: o Dia Nacional de Greve, que está sendo convocado pelas redes sociais para o dia 1º de julho; e a Jornada Mundial da Juventude, que terá a presença do papa Francisco.
Folha de S.Paulo, via TecMundo/montedo.com

Respostas de 6
A Venezuela definha sob o aparato de Havana.
“A Venezuela definha sob o aparato repressivo de Havana e os mais de 60 mil cubanos que estão no país petroleiro constituem uma ‘força de ocupação’ formidável que conduz os destinos da nação de acordo com os interesses dos irmãos Castro”, disse o ex-presidente do Conselho de Segurança da ONU, Diego Arria (foto).
O diplomata venezuelano, autoexilado, disse à imprensa que “a Venezuela é um país ocupado. O regime venezuelano é uma marionete controlada pelos cubanos. Já não se trata de uma simples tutela cubana, mas de controle mesmo, de tudo. E qualquer esforço para recuperar a democracia venezuelana terá que começar pela restauração da soberania do país”.
“A Venezuela terá que enfrentar um combate pela sua independência, para recuperar a independência de sua sociedade, dos seus cidadãos, e até a independência pelo direito à privacidade […] Sem a saída dos cubanos, não haverá saída para a situação política”, enfatizou Arria.
Alguns jornais estrangeiros, depois da entrevista, tentaram contato com funcionários do governo venezuelano para dar-lhes o direito de resposta, mas o Palácio Miraflores, em Caracas, nem sequer se dignou a responder aos e-mails que recebeu solicitando entrevista.
Os cubanos começaram a chegar na década passada por força de acordos de cooperação econômica assinados pelo recém falecido presidente Hugo Chávez, pelos quais a Venezuela se comprometeu a entregar milhares de milhões de dólares em combustível derivado do petróleo anualmente à Cuba em troca de “serviços de médicos e de treinadores esportivos”.
Mas as delegações cubanas não pararam por aí, nas clínicas e nas praças de esportes. Assessores da ilha-cárcere dos Castros também chegaram e começaram a operar dentro dos quartéis e dos aparatos de segurança do regime hoje chefiado por Nicolás Maduro.
Agentes de inteligência e militares venezuelanos disseram recentemente ao jornal da Flórida “El Nuevo Herald”, editado em espanhol, que foram os militares cubanos que conceberam a reestruturação dos organismos de inteligência da Venezuela e que as instruções que fazem funcionar estes organismos são tratadas como se proviessem da alta cúpula do governo, mas, de fato, vêm de Havana.
“Os cubanos tomam decisões dentro da Direção Geral de Contrainteligência Militar e fiscalizam qualquer sugestão e comentários que lhes façam. São eles que concebem os planos e estabelecem a maneira de agir da contrainteligência com relação aos grupos opositores, estudantes, contra todos”, disse um oficial venezuelano entrevistado recentemente. “São eles que ditam o modus operandi diante de tudo, os métodos que se vão ser adotados em cada caso”, acrescentou.
Arria disse que o chavezismo, sob as instruções provenientes de Havana, institucionalizou o medo na Venezuela, empregando os instrumentos de intimidação e controle social que a ilha aperfeiçoou ao longo dos 54 anos de sanguenta ditadura castrista que já assassinou mais de 70 mil pessoas. São instrumentos de controle do cidadão que Cuba adquiriu da antiga União Soviética e em seguida ‘melhorou’ com a assistência dos serviços de inteligência da Alemanha Oriental, mas que agora têm se tornado métodos muito mais eficazes graças à evolução da tecnologia, explicou.
“Tal ‘controle do cidadão’, aplicado a cada indivíduo, é o que permite encurralar setores da população. Na Venezuela, isso foi feito primeiro com a chamada ‘lista Tascón’, e depois com a chamada ‘lista Maisanta’ e foram os primeiros ensaios de apartheid político a serem efetuados na América Latina”, comentou.
Fonte: http://www.elnuevoherald.com/2013/06/07/1493669/arria-venezuela-es-un-pais-bajo.html#storylink=cpy
Postado por BLOG DO MARIO FORTES às 16:50
(É muito importante. Voce poderia ir no bog adireitabrasileira.blogspot.com.br e se for o caso publicar inclusive a foto de Diego Arria)
O Exército só não consegue monitorar a situação financeira das praças, que estão na penúria….
Hum ! Inteligência militar monitorando a situação ! Só os repórteres e a população desinformada acredita que um monte de velhinhos sexagenários que mal sabem lidar com um smartphone irão decidir alguma coisa sobre ações de inteligência.
O estudo de inteligência destes Generais está baseado nos livretos de cabeceira editados pela combalida Bibliex, que nem propaganda faz mais.
A inteligência militar é tão boa que não consegue monitorar os furtos de combustíveis dos quartéis, de gêneros alimentícios, as fraudes nas licitações e as químicas que ocorrem nos ranchos.
A inteligência do Exército é tão eficiente que os equipamentos de inteligência são adquiridos por seus próprios agentes nos sites do tipo "COMPRE DA CHINA" e outros que vendem muambas importadas acessíveis a qualquer cidadão.
Mas mudando de assunto, seria uma "peça pregada pela história" a Senhora Dilma mandar os militares – os algozes de outrora – reprimirem aqueles que hoje estão fazendo justamente o que a patotinha desta Senhora fazia no passado, só que pior, com atos de terrorismo. Quem diria… As Forças Armadas sendo utilizadas para "monitorar" potenciais elementos/grupos subversivos – palavra que os nossos Generais adoram – que ameaçam a governança da ESQUERDA CANALHA que hoje está no poder.
Se os nossos Generais forem inteligentes saberão como bem utilizar as informações e fazer com que a "esquerdalha" fique na merda. Mas se foram carreiristas… bem deixa prá lá.
´Simplesmente incrível a imagem de Of sup e Gen, monitorando para assessorar um governo comunista. Arre égua! Como dizem os cearenses.
Arrêgo mesmo esta imagem. Não consigo entender o que se passa na cabeça de nossos chefes. Que saudades do Pres. Fiqueiredo, do Gen Newton Cruz e de outros cabra machos que tínhamos em nossas fileiras.
MONTEDO, MONITORAR O QUE? SE TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO AÍ ESTÁ A BAILA E A LUZ DE TODOS, NÃO SÓ NO BRASIL, MAS NO MUNDO INTEIRO.MONITORAR BADERNEIROS E ARRUACEIROS COM ROSTO COBERTO, ISSO É TRABALHO PARA A POLICIA, TANTO CIVIL COMO MILITAR.ORA,SÓ FALTAVA ESSA.
As apresentações no Exército podem ser resumidas à seguinte dinâmica:
1º – É escalado o militar mais moderno para fazer a apresentação, independentemente de dominar o assunto ou não;
2º – O palestrante incia com os seguintes dizeres: "Senhores, primeiramente farei uma introdução… após seguirei o seguinte sumário… e ao final farei uma breve conclusão…"
3º Toma-lhe slides nos olhos instruendos;
4º De tantas páginas de slides que são passadas, ao final da palestra vc nem sabe o motivo de estar sentado ali, fica perdido tentando lembrar sobre o quê se trata.
Não é assim, pessoal ?