Acidente no RS: dois soldados do Exército seguem internados na UTI

Dois militares seguem na UTI após acidente em Rio Grande, RS
Caso mais grave é de um jovem de 19 anos que teve traumatismo craniano.
Jipe do Exército capotou no domingo, deixando dois mortos e sete feridos.
Do G1 RS
Motorista perdeu o controle do jipe e acabou capotando ao lado da rodovia (Foto: Nathalia Kiing/RBS TV)
Jipe capotou provocando a morte de duas pessoas
no domingo (Foto: Nathalia Kiing/RBS TV)
Dois militares que estavam no jipe do Exército que se acidentou na manhã de domingo (2) na rodovia que liga o município à reserva Ecológica do Taim, no Sul do Rio Grande do Sul, permanecem internados na UTI do Hospital de Cardiologia da Santa Casa de Rio Grande. O veículo que transportava nove militares do 18º Batalhão de Infantaria Motorizada de Sapucaia do Sul capotou no km 518 da BR-471, deixando dois homens mortos e sete feridos.
Um dos militares que havia operado a perna teve complicações, segundo o hospital. Como ele caiu dentro de um banhado após o veículo capotar, está com suspeita de pneumonia. O homem de 20 anos foi transferido na segunda-feira (3) para a UTI. O caso mais grave é de um militar de 19 anos. Ele está internado no mesmo local desde o dia do acidente, com traumatismo craniano.
Outros dois militares que ficaram internados no Pronto Socorro do Hospital da Santa Casa foram liberados no início da tarde de segunda-feira (3). Os outros envolvidos no acidente também já haviam recebido alta. Os corpos das duas vítimas do acidente foram sepultados na tarde de segunda-feira (3) no Cemitério Ecumênico Cristo Rei de São Leopoldo, no Vale do Sinos.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os militares que estavam na traseira do veículo não usavam cinto de segurança. Em entrevista coletiva, o Exército informou que os veículos são equipados com o equipamento, e que as tropas são orientadas a usar o cinto. Eles estavam a serviço da Operação Ágata, que tem o objetivo de combater, entre outros crimes, o narcotráfico, o contrabando, o tráfico de armas, os crimes ambientais, os roubos de veículos e a imigração ilegal nas fronteiras.
G1/montedo.com

5 respostas

  1. Bom dia! Gostaria que o Cmt Militar do Sul explicasse onde ficam os cintos de segurança na parte traseira da vtr que se acidentou, pois até agora não os encontrei, nem na marrua e nenhuma outra Vtr operacional na carroceria.

  2. Vtr Op é dispensada da obrigatoriedade do cinto de segurança, conforme resolução 279/2008 do CONTRAN. Poderiam pedir na licitação e incluir no ROB (requisito operacional básico) deste tipo de Vtr, como acho que é o caso, mas não é obrigado a ter cinto em Vtr Op, como a marruá.

  3. Os veículos de uso bélico são isentos, no CTB, de placas de identificação (artigo 115, § 5º), do registro e licenciamento (artigos 120, § 2º e 130, § 1º) e da existência de cinto de segurança (artigo 2º, IV, “d” da Resolução do CONTRAN nº 14/98, incluído pela Resolução nº 279/08).
    Como a Marrua possui placa e registro de licenciamento, acredito que ela não está enquadrada no chamado "veículo de uso bélico", esses seriam os Carros de Combate e outros que não precisam de placa nem licenciamento.
    Se você servir em Brasilia vai ver que a Polícia de lá não acoxambra motorista do EB que dirige com soldados sem cinto na retaguarda da 5 Ton.

  4. Marrua não tem placa, logo nem crv nem crlv. Todo eb d marrua eh operacional(3 e 4o dígito do eb entre 10 e 50). Qto a pe d bsb torrar motorista por estarem sem cinto atrás, soh se for por ordem d alguém(nga da gu talvez), pq previsto no ctb não eh.

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