Jornada Mundial da Juventude terá hospitais de campanha das Forças Armadas

Forças Armadas vão montar hospitais de campanha na JMJ
Unidades do Exército e da Marinha farão atendimento de baixa complexidade em Guaratiba. Área será dividida em 24 lotes, cada um com uma pequena UPA
Vigília e missa de encerramento, rezada pelo papa Francisco, serão em Guaratiba, a 70 km do centro do Rio
Vigília e missa de encerramento, rezada pelo papa Francisco, serão em Guaratiba, a 70 km do centro do Rio – Cecília Ritto
Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro
O esquema de atendimento aos peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2013) contará com dois hospitais de campanha montados em uma área próxima ao Campus Fidei, em Guaratiba, onde será celebrada uma missa pelo papa Francisco no último dia do evento. Uma unidade da Marinha e uma do Exército estão sendo preparadas para, inicialmente, garantir uma base de apoio para as equipes de segurança. O general José Alberto da Costa Abreu, comandante da 1ª Divisão do Exército que coordena as Forças Armadas na JMJ, afirmou ao site de VEJA que os dois hospitais de campanha são unidades para atendimentos simples, sem UTI, por exemplo, mas capazes de realizar até cirurgias de baixa complexidade, como operações contra crises de apendicite ou problemas decorrentes de traumas.
“A prioridade é o atendimento das forças de segurança, mas é claro que se um jovem sofrer um corte e precisar de uma sutura, de uma pequena cirurgia de urgência ou até mesmo se passar mal durante a caminhada, ele será atendido. Os hospitais de campanha não têm CTI, mas têm médicos e boa estrutura”, afirma Abreu.
O deslocamento de uma multidão estimada em até 2 milhões de pessoas para Guaratiba é um desafio permanente para os organizadores. Nenhum evento jamais reuniu público que se aproxime desse contingente, nem com uma programação com tais características – entre elas uma caminhada de 13 quilômetros para os peregrinos que, ao longo do dia e da noite, vão se dirigir ao Campus Fidei.
Os hospitais de campanha ficarão em um terreno em frente à área escolhida para a celebração. Dentro do Campus Fidei, o planejamento consiste na divisão do território em 24 lotes. Em cada um deles será montada uma unidade de pronto-atendimento (UPA), para emergências e atendimentos comuns a grandes concentrações de público, como quedas de pressão, desidratação ou enjoos.
Papa
Para o papa Francisco, uma exigência do Vaticano é a presença de um helicóptero com UTI, dada a idade sempre avançada dos pontífices. As aeronaves que vão se deslocar para o Campus Fidei ficarão em um heliponto temporário instalado em uma área próxima do altar. Durante todo evento no Rio, o papa será acompanhado por seu médico particular.
Veja/montedo.com

5 respostas

  1. O engraçado/trágico é que nós, que somos descontados pelo FUSEx, usando-o ou não, não conseguimos marcar uma simples consulta nas OMS…O EB nos obriga a realizar uma espécie de competição de quem chega mais cedo na fila para conseguir um número para consulta. Há aqueles que chegam às 02:00h, outros às 03:00h. Em breve teremos que pernoitar nas OMS, sem que isso seja garantia de êxito. Só para ilustrar, a marcação de consulta pela internet é quase impossível, pois, quando o sistema é aberto, já não há números disponíveis; pelo telefone não é permitida/disponibilizada; a presencial é um sofrimento/via-crucis. Enfim, um caos. Pagamos por um serviço pelo qual sofremos toda sorte de dificuldades para usar.

  2. Montedo, gostaria de saber por qual motivo as OMS do RJ não nos encaminham para clínicas civis? Na própria fatura do FUSEx vem a informação que "em caso de impossibilidade de atendimento por especialista da OMS no prazo de 10 dias, o paciente deverá ser encaminhado (para a OCS)". Tal determinação é uma ordem do DGP, que não está sendo "observada". Será que isso acontece para todas as patentes?

  3. Respondendo ao STen REIS. Caro, irmão de farda no futuro será apanhar fezes de cachorros e gatos nas calçadas das residências.
    E, para ocupar o nosso vago tempo, fazermos curso de "pedir esmola", para complementação da nossa renda, tendo como instrutores nessa instrução os pedintes de rua.

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