Governo português vai reduzir oito mil militares nas Forças Armadas

Governo confirma redução de oito mil militares nas Forças Armadas
José Pedro de Aguiar-Branco, ministro da Defesa (foto LUSA)
O efetivo máximo nas Forças Armadas será cortado entre seis e oito mil militares, confirmou esta tarde o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco.
«A reforma tem a ver com uma capacidade das Forças Armadas e do ministério da Defesa se reestruturarem de forma a poderem ser mais sustentáveis, a poderem ter mais produto operacional, de terem a eliminação de redundâncias, evitar tarefas acessórias, concentrar naquilo que é mais essencial», explicou Aguiar-Branco numa conferência de imprensa realizada no Forte de São Julião da Barra.
O governante apresentou o documento «Defesa 2020», que determina o enquadramento da reforma das Forças Armadas.
O número atual de militares portugueses, juntando os que estão na reserva, ascende a cerca de 38 mil. O ministro explicou que esse valor deverá passar para um entre os 30 mil e os 32 mil, até 2015, e que a alteração será debatida no Conselho de Ministros de próxima quinta-feira.
A BOLA.PT/montedo.com

10 respostas

  1. Concordo. Deveriam fazer o mesmo no Brasil, começando por mandar embora os reconvocados e vampiros que infernizam a burocracia das FFAA (e os subordinados). Na sequência, poderiam diminuir os efetivos gradualmente e desinchar a máquina administrativa de encargos desnecessários, simplificando processos e diminuindo a quantidade de unidades meramente burocráticas.
    E, por fim, reformar os regulamentos arcaicos, remunerar dignamente o militar e dar ênfase máxima às medidas que visem o preparo e emprego das FFAA, porque é pra isso que somos militares. Devemos estar sempre treinando e aperfeiçoando nossas técnicas de combate. Quem não quiser isso, a iniciativa privada está de portas abertas, assim como o serviço público civil.

  2. Este tal de vampiro é F. mesmo, aqui na unidade que sirvo o cmt quer que o cap QAO que vai dar baixa volte como PTTC pra comandar o fusex… caraca se nao tem ninguem q possa comandar um fusex de OM acho que somos muito ruins mesmo.

  3. Aqui no Brasil, na contramão, estamos criando o Comando Militar do Norte, mais cargos de Generais e mais burocracia para encher ainda mais a máquina. Depois ainda querem fazer piada com os portugueses…

  4. Terminem com os vampiros, reduzam os temporários, enxuguem OMs( tornando-as mais operacionais) ,terceirizem serviços e ampliem concenios area saúde ( reduzindo o tamanho e efetivo de SAU.

  5. Somente um dado… Portugal tem uma área de 90.000 Km quadrados e a OTAN por trás…
    Nós temos uma área de 8.500.000 Km quadrados…
    Ou seja 85 vezes maior…

    As FFAA deles 35000…As nossas não são nem 10 vezes maior….

    Vão estudar!!!!!!!!!
    E parem de chorar!!!!!

  6. O anônimo aí de cima se julga tão inteligente e informado que não atentou para um detalhe: efetivo, por si só, não representa poder dissuasório.

    Admita: já está mais do que provado que os gestores militares brasileiros são incompetentes, principalmente no quesito capital humano.

    Senhor, sua ignorância é tamanha que não lhe permite enxergar além das rédeas que lhe foram impostas. Seja humilde e aceite a crítica. Negar o problema já está ficando ridículo…

  7. Ao companheiro de 12 de abril de 2013 20:21.
    Com um exército formado em sua maioria por soldados recrutas o quê aconteceria se fosse preciso o uso do EB? Será que os OFs da Aman conseguiriam segurar a bronca sozinhos, pois são os únicos bem treinados? Quantidade nunca foi qualidade, alguém no alto comando precisa estudar mesmo.

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