Escolha uma Página
O blog do jornalista Augusto Nunes, da Veja, reproduziu ontem o poema do Subtenente Alamir Longo, que se disseminou rapidamente na web.
Os versos já haviam sido publicados aqui no blog, no dia 14, mas esse fato vale reprise.
Confira (me permiti corrigir a grafia do nome):

MINHA CELA, MINHA VIDA, do trovador gaúcho Al[a]mir Longo

O blog do jornalista Fábio Campana, baseado em Curitiba, publicou um poema do trovador gaúcho Almir Longo que merece ser reproduzido neste espaço:
MINHA CELA, MINHA VIDA
O Supremo deu um basta
na majestosa pandilha
que andava em matilha
se achando acima da lei.
Protegida pelo ” rei “,
ficava tudo em família!
Mas desabou o castelo
desses bandidos safados.
Falo dos atolados
na lama do mensalão,
saqueadores da Nação
da vergonha deserdados!
Subestimaram a força
dos homens de capa preta,
que não usam baioneta
mas não temem camarilha,
pois desmontaram a quadrilha
somente usando caneta.
Brilhante Joaquim Barbosa!
Ministro de fundamento,
homem de conhecimento
e do mais notável saber,
não precisa nem dizer
que é o grande herói do momento.
Liderou toda uma equipe
com firmeza e maestria,
nessa nobre cirurgia
feita na quadrilha inteira,
pra estancar a roubalheira
que há muito se promovia.
Mas parte da nossa imprensa,
covarde, não fala nada… ,
pois vem de longe comprada
por verbas publicitárias,
propagandas milionárias
para se manter calada.
O que me tapa de nojo
nesse covil de falsários
é ouvir os comentários
de bandidos condenados
se dizendo “injustiçados”:
mas que bando de ordinários!!!
Que a máfia não se preocupe
com a chuva, sol ou com vento,
pois não vai ficar ao relento,
sem casa, cama e comida,
pois ela será incluída
num eficiente programa
que oficialmente se chama:
MINHA CELA, MINHA VIDA!
Augusto Nunes (Veja)/montedo.com
Skip to content