Respostas de 4

  1. Eduardo Bueno pertence a uma nova geração de historiadores e suas abordagens dos principais temas históricos brasileiros é sempre dinâmica e inteligente. Embora não fuja completamente à regra da "esquerdização" tão comum na esmagadora maioria dos historiadores brasileiros, é um dos meus autores favoritos. Para quem gosta de história, recomendo o seu livro "Brasil – Uma História" e também o livro – e filmetes do Youtube – do Bóris Fausto – outro fantástico historiador brasileiro. Um abraço a todos.
    TC Guimarães.

  2. Parabéns pela iniciativa de postar o vídeo, tenho certeza que o objetivo foi o de explicar, simples e claramente, este episódio da história do nosso país por muitos desvalorizado, graças a Deus os fatos que aconteceram até 1910 são passado. Força e paz.

  3. A novela lado a lado tem mostrada umas cenas de algo que eles tratam como a revolta da chibata. Acho que nem se deram ao trabalho de ler alguma coisa sobre a revolta eo papel do João Cândido que, apesar de ser o mais conhecido, na verdade não exerceu liderança alguma na revolta. Como é dito no filmete exibido pelo History, o governo ofereceu solução mas na verdade traiu os revoltosos, mais especificamente foi o brilhante senador Ruy barbosa que acenou para eles com a anistia e que nada fez para conter as duras medidas contra os revoltosos (inclusive a morte de alguns). Não esperem ler nada de útil sobre esse evento em wikipedia e outros blogs sobre o assunto simplesmente por que na wikipedia a informação é editada e nem sempre com honestidade, os blogs de direitos humanos fantasiam um pouco a coisa, tentando tornar os revoltosos em heróis. A Marinha, que possui todos os dados, não tem o menor interesse de divulgá-los uma vez que o comandante Batista das Neves, morto logo no início da revolta, era figura notória da Armada naquela época, tanto que a enseada onde fica o Colégio naval recebeu seu nome: enseada Batista das Neves, outrora chamada enseada da Tapera.

  4. Os castigos fisicos acabaram, mas continuam os castigos morais. Intersticios longos, baixos salários, alimentação de baixa qualidade, falta de moradia para os Praças, discriminação no atendimento nos Hospitais Militares, escalas de serviços exaustantes, abusos de autoridade comendo solto dentro dos Quartéis e a corrupção que cada dia está está maior nas compras, licitações, obras e contratos das Unidades Militares. Por fim uma Justiça Militar parcial que condena inocentes e absolve criminosos.

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