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A polêmica placa em homenagem ao cadete Márcio Lapoente da Silveira será inaugurada na AMAN hoje, as 15h30, nas instalações do Curso Básico. A cerimônia ocorre às vésperas da morte de Lapoente – falecido em 9 de outubro de 1990 – completar 22 anos.
Por uma conveniente ‘coincidência’, a data de hoje marca a morte do ícone da esquerda Che Guevara, inspirador do Movimento Revolucionário 8 de Outubro, o tristemente famoso MR8.
Estão confirmadas as presenças da Secretária dos Direitos Humanos, Maria do Rosário e do Comandante do Exército, General Enzo Peri. O deputado Jair Bolsonaro também deve estar presente, como possível contraponto aos arroubos revanchistas  da Secretária.
O ato é decorrência do acordo de solução amistosa entre o governo brasileiro, via Comando do Exército e e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA.
A placa deverá conter a seguinte inscrição:

“Homenagem do Exército Brasileiro e da Academia Militar das Agulhas Negras aos cadetes falecidos em atividade de instrução no decorrer do Curso de Formação de Oficiais. Homenagem do Exército Brasileiro e da Academia Militar das Agulhas Negras decorrente do Acordo de Solução Amistosa junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, referente ao Cadete Lapoente da Silveira.”

Após este ato, que certamente atrairá a atenção da mídia, ao longo da semana a AMAN homenageará da mesma forma – desta vez, discretamente –  outros 31 cadetes falecidos em atividades de instrução desde sua criação. Claramente, a medida foi tomada para maquiar a vergonha que – obrigatoriamente (ou não?) – devem sentir os generais de nosso Exército no dia de hoje.
Esclareço que sempre fui contra arbitrariedades e excessos cometidos por profissionais militares em qualquer tipo de atividade e entendo que a justiça militar não é suficientemente rigorosa – por vezes,  é mesmo corporativista –  na maioria dos casos.
Nada justifica, entretanto, que uma instituição como o Exército Brasileiro se submeta a uma humilhação como essa, patrocinada pela caterva da qual Rosário é apenas ponta de lança, e cujo objetivo é impôr uma agenda ideológica às Forças Armadas, com uma sonhada guinada à esquerda.
O General Enzo deveria pedir as contas.
Em vez disso, vai prestar continência.
Clarim: toque silêncio!
Errata(8h33):
A AMAN já inaugurou as placas em homenagem aos 31 outros cadetes mortos.  A do cadete Lapuente é a última.
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