Militar morre após explosão de mina em treinamento do Exército no Rio
Outros alunos do curso também ficaram feridos.
Exército abre inquérito para investigar circunstâncias do acidente.
Um rapaz morreu e outras 10 pessoas ficaram feridas na explosão de uma mina na Vila Militar, em Deodoro, no subúrbio do Rio, na noite desta quarta-feira (20). O acidente aconteceu durante o treinamento para o curso de formação de sargentos do Exército da Escola de Sargentos de Logística.
Os alunos estavam no Campo de Instrução do Camboatá quando a mina explodiu. Em nota, o Comando Militar do Leste informou que o aluno Vinicius Figueira Benedito Eugênio, de 21 anos, morreu e outros dez alunos ficaram feridos.
As vítimas foram socorridas e levadas para hospitais militares. O comandante da Escola determinou abertura de Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias dos fatos.
G1 RJ/montedo.com
Respostas de 8
Pelo que eu saiba o uso de minas terrestres é proibido pela ONU e o Brasil é signatário desa resolução.
Creio que, se realmente era uma mina terrestre, talvez tenha sido instalada anteriormente ao tratado e n~so removida por descuido do instrutor na ocasião. Ou talvez seja "tijolo quente" (granada de artilharia, morteiro ou 90mm de cavalaria) que não foi achada e detonada pela Equipe de Destruição de Engenhos Falhados.
O Tratado permite ao BR manter minas para fins de instrução
No Exército Brasileiro ficam evidentes para qualquer militar a falta de profissionalismo dos instrutores!!!
O ensino é ligado a pagar castigos físicos, e humilhações sem propósitos!!!
É preciso uma reformulação total do ensino militar no Brasil…
Chega de mortes por erros graves!!!
ninguém estava manuseando minas como diz a mídia, ESTAVAMOS EM INSTRUÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA QUANDO o aluno de intendencia alimentva a fogueira , e realmente foi um tijolo quente. devido o calor veio a explosão.
o que acontece é que fomos levados pra aquela área na antiga CioPEsp e não sabiamos que ali era uma área com engenhos falhados, por volta das 22 escutamos ua grande explosão, saímos de lá e encontramos muitos bombeiro e ambulancias no caminho, e só hj vieram nos informar tinhamos perdido um companheiro!!! luto!!!
O corpo de alunos quer justiça!!
O anônimo das 1907h não deve saber do que está falando. A grande maioria, ou quase a totalidade das instruçoes do Exército Brasileiro é feita com grande respeito pela segurança do aluno e pela qualidade na instrução. Essa humilhação e castigos físicos sem propósito – aludida – há muito foi banida e, se ocorre, é severamente punida. Quanto ao acidente, pelo exposto por outro comentarista, parece realmente caso de engenho falhado e soterrado.
O mais engraçado e contraditório é que o Exército Brasileiro já enviouao longo das últimas duas décadas dezenas, senão centenas, de militares para diversos países para prestarem apoio em missões de desminagem e destruição de artefatos explosivos. Mas aqui dentro da própria casa ele não tem a competência suficiente para fazer o dever de casa. E olha que aqui é muito mais fácil de realizar tal trabalho do que lá fora, afinal quem coloca ou larga explosivos dentro dos campos de instrução são os próprios militares brasileiros, que em tese, deveriam ter mapeado e interditado os locais onde é possível existir o chamado "tijolo quente" (artefato explosivo ainda não detonado). Se eu fosse familiar deste aluno provocaria algum tipo de ação junto ao Ministério Público Federal no sentido de OBRIGAR o Exército a mapear, interditar e iniciar eficientes trabalhos de destruição dos "tijolos quentes" nos campos de instrução Brasil a fora.
Honra e glória ao militar morto fazendo aquilo que acreditava, e desonra àqueles que permitiram que isso acontecesse. Bata no peito general, se for homem o suficiente, dê o exemplo, mostre para tropa de que o senhor é feito. Me desculpem, esqueci que estou no Brasil e este é o "exército brasileiro"- achei que estava vendo o filme A Rocha ou a Última fortaleza.
Pra que correr 1800 metros em 12 minutos, se o campo está minado?
Antes de correr é necessário conhecer o campo.