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Rio – Um grupo de elite da Força Aérea Brasileira está a postos para agir em situações de emergência — como um ataque terrorista — e garantir a segurança das delegações estrangeiras no Rio.
Os soldados usam máscaras negras para manter o seu anonimato | Foto: Johnson Barros / Agência Força Aérea
Os soldados usam máscaras negras para manter o seu anonimato  
Foto: Johnson Barros / Agência Força Aérea
Trata-se do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), unidade especializada em operações especiais que reforça o patrulhamento feito por 1.300 militares durante embarque e desembarque nesta quarta-feira dos chefes de Estado que participam da Rio+20.
Usando máscaras negras para manter o anonimato, os homens do EAS têm a missão de manter olhos atentos nas aeronaves que trazem à cidade as comitivas estrangeiras. “Estamos prontos caso seja necessário atuar”, afirmou um militar.
Os agentes são treinados para missões de busca e resgate de aeronaves. O esquadrão atuou nas enchentes de Santa Catarina, em 2008, e em acidentes aéreos com aviões da Gol, em 2006, e da Air France, em 2009.
O Dia Online/montedo.com
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