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Arma do Exército matou juíza Patrícia Acioli
Pistola 45 é uma das três armas usadas pelos bandidos para assassinar a juíza do Rio, em agosto passado; ela foi apreendida em favela da zona oeste da capital fluminense
Imagem ilustrativa (reprodução TV Gazeta)
Inquérito da Polícia Federal do Rio de Janeiro aponta que uma das três aramas usadas para matar a juíza Patrícia Acioli era de uso restrito do Exército Brasileiro. Patrícia foi executada com 21 tiros, dia 11 de agosto de 2011, em frente ao condomínio onde morava, na região oceânica de Niterói, região metropolitana da capital fluminense. A informação é da reportagem de Diana Brito e Marco Antônio Martins, publicada na edição desta sexta-feira (20), do jornal Folha de S. Paulo.
Ela estava chegando em casa quando uma moto fechou a frente do carro que dirigia. Os bandidos atiraram contra o vidro dianteiro e porta lateral do motorista.
O relatório de investigação sobre o assassinato afirma que, a perícia constatou que a pistola 45, apreendida em um favela da zona oeste do Rio, um mês após o crime, foi usada no assassinato da juíza. Consta ainda que a pistola tem as gravações “Armas da República do Brasil” e “Exército Brasileiro”.
O Exército investiga de quem é a arma. Uma pistola de calibre 40 e um revólver 357 também foram usados no assassinato. Por decisão Justiça, os 11 PMs acusados de matar Acioli deverão ir à júri popular, mas os réus entraram com recurso, ainda não julgado, contra a decisão. Todos estão presos.
A magistrada da área criminal trabalhava no Fórum de São Gonçalo, município vizinho a Niterói, e julgaria processo contra os acusados. Eles são suspeitos de fazer parte de quadrilha do tráfico que praticava assassinados na região, com participação de policiais.
Brasil 247/montedo.com
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